Presidente da Abrasco fala sobre programa Mais Médicos


17 de julho de 2013

 

 

Luis Eugenio Portela concedeu entrevista à Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio da Fiocruz para a reportagem ‘Mais médicos': programa atende a todas as necessidades prioritárias do SUS? Onde especialistas e militantes discutem programa criado como resposta do governo federal às reivindicações por melhorias na saúde pública.

 

A matéria apresenta o programa Pacto pela Saúde lançado no dia 24 de junho em uma reunião entre prefeitos e governadores das capitais garante investimento de R$ 12,9 bilhões até 2014 para a expansão e a aceleração de investimentos por mais e melhores hospitais e unidades de saúde e por mais médicos. De acordo com o Ministério da Saúde, estão planejadas a construção, reforma e ampliação de hospitais, Unidades de Pronto Atendimento (UPAs 24h) e de unidades básicas, além de hospitais universitários. O Pacto pretende ainda aumentar o número de vagas em residências médicas, além de perdoar a dívida dos hospitais filantrópicos.

 

Para o presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), Luís Eugênio de Souza, o que este programa prevê é importante, mas não são apenas estas as necessidades do SUS. "Além da construção, é preciso assegurar o custeio das unidades de saúde, assim como é fundamental organizar as redes integradas de serviços", explica.

 

Para Luis Eugênio agora é a hora de fortalecer o Movimento Saúde + 10 – que prevê a aplicação de 10% das correntes brutas da União para o SUS. "Em um importante ato público, realizado no dia 10 de julho, durante o 29º Congresso do Conasems, o Movimento, liderado pelo Conselho Nacional de Saúde, conseguiu o compromisso do presidente da Câmara Federal, deputado Henrique Alves, de receber em plenário o Projeto de Lei de Iniciativa Popular que já reuniu mais de um milhão e meio de assinaturas. A entrega será feita no dia 5 de agosto. Creio que, sensível às manifestações populares, a área econômica do governo federal não vai, dessa vez, pressionar os parlamentares a rejeitar a proposta", informa o presidente da Abrasco.

 

A reportagem também ouviu o vice-presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Aloísio Tibiriçá e a presidente do Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes), Ana Maria Costa.

 

Leia aqui a íntegra da matéria 

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