Proibição de larvicida no Rio Grande do Sul levanta questões


Um organização médica argentina relacionou o Pyriproxyfen a casos de microcefalia, no meio da polêmica o governo do Rio Grande do Sul suspendeu o uso de um larvicida no combate ao Aedes aegypti. A Secretaria Estadual de Saúde diz que a medida é apenas preventiva. Mas o Ministério da Saúde discorda dessa decisão.

O larvicida Pyriproxyfen é usado no Brasil desde 2014. A orientação do Ministério da Saúde é de que o pó deve ser colocado na água para matar as larvas do mosquito Aedes aegypti. A decisão de proibir o uso no Rio Grande do Sul foi tomada com base no estudo de uma organização médica argentina que relacionou o Pyriproxyfen aos casos de microcefalia registrados no Brasil. A proibição do larvicida no Rio Grande do Sul também levou em conta uma nota técnica da Abrasco, Associação Brasileira de Saúde Coletiva, que se manifestou contra o uso de qualquer tipo de veneno nas ações de combate ao mosquito. O Ministério da Saúde garante que o larvicida é seguro.

Confira a reportagem na íntegra: http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2016/02/larvicida-que-combate-aedes-aegypti-tem-uso-suspenso-no-rs.html

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