Os traços de escravismo persistem , afirma Luis Eugenio Portela


5 de setembro de 2013

 


À produção de audiovisual do Cebes, o presidente da Abrasco, Luis Eugenio Portela concedeu uma palavra sobre a formação médica no Brasil. Segundo Luis Eugenio, "os traços de escravismo persistem. Somente a elite branca, ricos e homens que podem ser médicos? Ao contrário, precisamos que os filhos do nosso povo se formem médicos, pois são eles que vão manter os seus vínculos com suas comunidades para garantir um sistema de saúde que vai servir a todos, e não apenas brancos e ricos ou os que moram em grandes cidades".

 

VEJA O VÍDEO NA ÍNTEGRA

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