Representantes da Abrasco são recebidos pelo ministro da Saúde.


O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, se reuniu com representantes da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), em Brasília, nesta quinta-feira dia 14 de fevereiro. A associação apresentou diretrizes de ação no campo da saúde coletiva, com a perspectiva de dar continuidade às articulações e parceria com o Ministério da Saúde na luta pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Na comitiva, recebida em Brasília, estava o presidente da Abrasco, Luis Eugenio, as vice-presidentes Maria Fátima de Sousa (Universidade de Brasília) e Eli Lola Gurgel Andrade (Universidade Federal de Minas Gerais), além de Ethel Leonor Maciel, membro do Conselho Abrasco (Universidade Federal do Espírito Santo) e também do Secretário Executivo da Abrasco, Carlos Silva.

Luis Eugenio enfatiza a identificação de uma série de possíveis ações de cooperação técnica entre o ministério e a Abrasco, visando ao fortalecimento do SUS, ‘com destaque para o apoio às gestões municipais que se iniciam, incluindo uma avaliação dos resultados do índice de desempenho do Sistema Único de Saúde (ID SUS) e para o estudo dos efeitos do programa de valorização do profissional da atenção básica – o Provab’, comenta o presidente da Abrasco.

‘Foi acertada também a realização de um ciclo de debates, envolvendo dirigentes e técnicos do ministério e pesquisadores da Saúde Coletiva, sobre temas como acesso e qualidade, complexo industrial da saúde e Rede Cegonha, entre outros’, revela a professora Ethel Leonor.

Para a professora, a reunião reforça ainda o compromisso da Abrasco pelo SUS e mostra como a associação pode colaborar em eixos importantes da saúde coletiva.

Outro assunto da reunião colocou em pauta a capacitação de gestores de saúde, onde a Abrasco, através de seus associados, membros de grupos de trabalho (GT’s) e comissões, poderia atuar tanto na capacitação quanto na acreditação de instituições de ensino.

O secretário executivo, Carlos Silva lembra que o Brasil começou o ano com mais de 5000 novos secretários municipais de saúde o que torna 2013 num ano em potencial para mudanças efetivas.

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