Oficina marca início do GT Racionalidades Médicas e Práticas Integrativas e Complementares


Durante a IV Mostra Nacional de Experiências da Atenção Básica/Saúde da Família, em Brasília, foi realizada a primeira oficina do GT de Racionalidades Médicas e Práticas Integrativas e Complementares (GT RM-PIC) da Abrasco. Com coordenação do pesquisador Nelson Filice, a atividade teve dois objetivos: definir as regras de funcionamento do GT e definir a agenda de trabalho para o ano de 2014.

Profissionais da Saúde de vários estados brasileiros marcaram presença na oficina que teve uma programação de dois horários no dia 12, na última quarta-feira. Essa participação, enriquecendo os estratos e transformando os objetivos da oficina ainda mais complexos de se definir, trouxe relatos, experiências e realidades bastante diferentes. “Esperávamos um número menor de participantes para discutir as regras de funcionamento do GT e a nossa agenda de atividades para 2014, mas acabamos não alcançando a demanda da oficina”, revelou Filice.

Em tempo, no final da programação do dia, foi realizada a leitura do Regimento Interno da Abrasco para que todos os participantes pudessem se localizar no contexto institucional, onde está o GT de Racionalidades Médicas e Práticas Integrativas e Complementares.

Filice explica que serão necessários outros encontros para definir a agenda do GT para 2014, quando deverá ser organizada demandas internas do próprio GT, com demandas nacionais e internacionais. “Internamente, iremos discutir nesse próximo encontro, como desenvolver o trabalho de articulação de duas redes diretamente ligas às RM-PIC e ainda pouco articuladas, quais sejam: a rede formada por professores, pesquisadores e estudantes, mais ligados ao desenvolvimento de pesquisas sobre o tema; e a rede formada por gestores, profissionais e usuários, diretamente vinculados ao uso de diferentes RM-PIC no SUS”, revelou.

Em relação à demanda nacional, o GT deverá construir um plano de organização de eventos e participação de seus membros. “Nos últimos anos temos tido simpósios, fóruns e congressos, organizados por diferentes grupos dessas redes, em várias cidades do país. Assim, pretendemos articular esforços para que haja a colaboração direta dos diferentes grupos na organização dos eventos”, acrescentou Filice.

Em relação à demanda internacional, o GT deverá discutir sobre o convite de ingressar em uma rede internacional, coordenada pelo professor Jon Adams, do Australian Research Centre in Complementary and Integrative Medicine (ARCCIM)/ ‘Evidence, Research and Policy in Complementary Medicine’ Special Interest Group/Public Health Association of Australia (PHAA). Segundo Filice, o professor Adams sinalizou sua intenção de vir ao Brasil em outubro de 2014 para formalizarmos um memorando de entendimentos, para a colaboração em pesquisas, eventos e publicações.

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