José Sestelo fala ao Bom Dia Brasil sobre proposta de plano de saúde popular

Nesta quinta-feira, 9 de março, o vice-presidente da Abrasco, José Sestelo falou ao Bom Dia Brasil sobre a proposta do Ministério da Saúde para regular a oferta de planos de saúde populares. São modelos que oferecem uma cobertura restrita, menor do que a dos planos conhecidos, a preço mais baixo. Dependendo do procedimento, o paciente vai ter, por exemplo, que pagar metade da conta. A Abrasco já reagiu contra essa proposta – “A Abrasco não foi convidada, não participou do grupo de trabalho, tentamos ter acesso às atas das reuniões do grupo de trabalho do Ministério, não conseguimos”, disse José Sestelo.

Outra instituição ouvida na reportagem, a Proteste, disse que o plano será o barato que pode sair caro – “Isso cria uma ilusão de benefício ao consumidor que ele não terá ao final. É preciso rever as regras e a forma de operar dos planos convencionais para que eles possam ter custos menores e, portanto, atingir uma gama maior de consumidores e também o fortalecimento do sistema de saúde”, afirmou Henrique Lian, diretor da Proteste.

Sobre a polêmica proposta de Ricardo Barros, a frente do Ministério da Saúde, sobre a criação de planos de saúde “populares” ou “acessíveis”, José Sestelo, reafirma a posição da entidade, terminantemente contrária à proposta., sobre o dado de que a proposta economizaria recursos, Sestelo destaca que a falácia que representa tal conta. “Os planos de saúde são privativos para quem paga, mas o sistema de saúde é aberto para todos os cidadãos brasileiros. As pessoas que têm plano de saúde sempre utilizaram o SUS e pessoas que estão deixando de ter também continuam utilizando o sistema”, argumentou.

VEJA AQUI A REPORTAGEM http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/edicoes/2017/03/09.html#!v/5710439

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