Revista de Saúde Pública lança suplemento sobre doenças crônicas não transmissíveis

A Revista de Saúde Pública da Universidade de São Paulo lança no próximo dia 1º de junho o suplemento temático “Doenças crônicas não transmissíveis e inquéritos populacionais”. O evento será na Escola de Enfermagem da UFMG, com inscrições gratuitas que devem ser feitas no Cenex da EE/UFMG pelo telefone (31) 3409-9831 ou pelo email: cenex@enf.ufmg.br. A RSP/USP é uma das publicações que compõe o Fórum de Editores de Saúde Coletiva, da Abrasco.

Pesquisadores de várias regiões do Brasil como Célia Szwarcwald e Maria Fernanda Lima-Costa (Fiocruz); Gulnar Azevedo e Silva (IMS/Uerj);  Margareth Lima (Unicamp); Sheila Rizzato e Regina Bernal (USP); Betine Iser (Unisul), Ada Ávila e Waleska Caiaffa (FM/UFMG), Gustavo
Velásquez-Melendez e Deborah Malta (EE/UFMG) apresentarão resultados inéditos sobre temas como: depressão e comportamento de saúde em adultos brasileiros, fatores associados ao diabetes; prevalência e fatores associados com hipertensão arterial; fatores associados à dor crônica na coluna; detecção precoce do câncer de mama no Brasil; influência familiar no consumo de bebidas açucaradas em crianças menores de dois anos; entre outros. Acesse aqui a programação completa do evento.

Os dados são referentes a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) e Vigilância dos Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (VIGITEL). A PNS é um estudo transversal de base domiciliar que coletou informações em 64.348 domicílios, constituindo o inquérito mais amplo sobre saúde já realizado no país. Já o VIGITEL foi implantado desde 2006 nas 26 capitais brasileiras e no Distrito Federal, completando 11 anos de coleta contínua. Por meio de entrevistas telefônicas assistidas por computador, o VIGITEL utiliza-se de amostras probabilísticas da população adulta com 18 anos ou mais, residente em domicílios servidos por pelo menos uma linha telefônica fixa no ano da pesquisa, em cada uma das 26 capitais dos estados brasileiros e no Distrito Federal, totalizando mais de 54.000 entrevistas anualmente.

Os resultados permitem ampliar o conhecimento do perfil epidemiológico da população brasileira, fornecendo subsídios aos estados e municípios para o planejamento de ações de promoção de saúde, caracterizando-se como uma ferramenta de vigilância em saúde. Para outras informações, confira aqui. 

 

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