“Precisaríamos ter enfrentado a pandemia com proteção social para pessoas mais idosas”

O Brasil atingiu, na quarta-feira de cinzas (2/3), o marco de 650 mil mortes por Covid-19. As pessoas idosas fazem parte do grupo mais vulnerável diante da doença, e estima-se que, só em 2022, já faleceram mais de 4 mil idosos com 90 anos ou mais no Brasil. Bernadete Perez, vice-presidente da Abrasco, afirmou ao UOL que não é surpreendente que a pandemia atingisse mais essa faixa etária: “A doença é mais grave na população mais idosa. Quanto mais idade, maior é o risco, maior a letalidade”. 

“Precisaríamos ter enfrentado a pandemia com rede de atenção, vigilância epidemiológica, comunicação social, estratégias de proteção social para estas pessoas mais vulnerabilizadas, especialmente as mais idosas. Idade avançada não é comorbidade, é uma condição natural que precisa ser cuidada. É nossa memória, cultura, história, o que temos de mais valor”, pontuou a epidemiologista. 

Perez defendeu ainda que o número de mortes com a ômicron só não foi maior por causa da vacinação , que precisa chegar a 100% deste grupo social para salvar mais vidas. Leia a matéria completa.

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