“O trabalho no SUS é uma aprendizagem cotidiana”

“A saúde que acolhe é a mesma que regenera / Só há doença no mundo porque o amor não impera”, cantou Elias Silva, na intervenção artística que iniciou o painel “Paulo Freire e as práticas de cuidado nos territórios”, no dia 11/11, na Ágora Abrasco. O evento foi mais um da série de homenagens ao centenário de Paulo Freire, cujos pensamentos perpassam a trajetória da Saúde Coletiva. Um dos pontos abordados pelo debate foi a formação de trabalhadores da saúde, a partir da pedagogia freiriana.

Maria do Carmo Salles Monteiro, da Escola Técnica do Sistema Único de Saúde (ETSUS) de São Paulo, contou sobre a criação dos espaços de formação de trabalhadores para o SUS, quando o pedagogo era secretário de Educação no município de São Paulo: “Em 1990, Paulo Freire falou sobre formação permanente, que depois se desdobrou em educação permanente, com a ideia de constituir uma política a partir da ideia de que o trabalho no SUS é uma aprendizagem cotidiana”.

Participaram também Gabriel Santana, artista de rua, Claudia Penido, UFMG e GT Saúde Mental/Abrasco, Renata Pekelman, do GHC e GT Educação Popular em Saúde/Abrasco. A mediação foi de Tatiana Gerhardt, diretora da Abrasco, e Alexandre Pessoa, da EPSJV/Fiocruz e GT Saúde e Ambiente/Abrasco. Assista na íntegra:

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