Nota pela paz na Palestina

Escola palestina em 2019. Foto: Peter Biro/UE/Fotos Públicas

Mais uma vez um conflito de grandes proporções explodiu entre Israel e palestinos e agora com consequências para árabes e judeus israelenses vizinhos que conviviam pacificamente em algumas cidades de Israel. A violência do governo de Benjamin Netanyahu vem sendo pautada pelo uso de força excessiva e desproporcional. Isso pode ser comprovado pela já grande e crescente disparidade de mortos e feridos dos dois lados.

Chamamos atenção de que há muitos anos, sucessivos governos israelenses oprimem o povo palestino, cujas terras estão ocupadas desde 1967 em uma história que registra uma série de violações dos direitos humanos, tanto individual quanto coletivamente, como uma espécie de “genocídio controlado”.

Nos solidarizamos com o povo palestino e reforçamos a exigência internacional de um imediato cessar fogo para que as partes possam negociar a paz no âmbito das Nações Unidas. As potências globais têm um papel central na busca deste caminho, pressionando o reconhecimento mútuo de dois países para duas nações na região. A conquista de uma paz estável na Palestina decorrerá do entendimento interno a ambas as partes para uma coexistência em clima de respeito recíproco e duradouro.

Pelo fim das agressões, que devem iniciar-se pelo lado militarmente mais forte! Por um cessar fogo imediato! Pelo fim da matança de inocentes! Solidariedade ao povo palestino!

Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO)

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