Frente Pela Vida promove SuperLive num encontro da Saúde com Lula e pelo SUS

Mais de 500 pessoas participaram da Super Live Com Lula e Pelo SUS, realizada pela Frente Pela Vida no dia 13 de outubro, em uma mobilização geral para os últimos 15 dias que restam para o segundo turno da eleição para Presidente da República. Foram diversas manifestações e depoimentos que reforçaram a convicção de todos da vitória da chapa Lula/Alckmin em 30 de outubro.  

A Frente Pela Vida (FpV) é um movimento social com características de frente ampla focado na defesa da vida, da democracia e do SUS. A sua maior riqueza é a sua diversidade e pluralidade, sendo integrada por grupos ligados à saúde e aos movimentos político e social do país. O evento da Super Live foi transmitido ao vivo pelos canais no YouTube do Cebes, Abrasco e Rede Unida e, depois, retransmitido pelo canal Tutaméia, tendo alcançado mais de 5 mil pessoas, três dias após a realização do evento. 

Para Túlio Franco, um dos coordenadores da FpV, a eleição de Lula e Alckmin em 30 de outubro é a única possibilidade que a Nação brasileira tem de retomar o desenvolvimento do país, a defesa da democracia e um futuro promissor para o povo brasileiro e para as políticas públicas. Lúcia Souto, presidente do Cebes afirma que ações como esta da “Super Live” é uma excelente iniciativa para ampliar a mobilização para assegurar a eleição de Lula e Alckmin, no dia 30 de outubro. 

No entendimento do senador Wellington Dias, mais do que uma eleição, o país está vivendo uma escolha pela Vida. Segundo ele, a população vai decidir sobre o projeto de Brasil que queremos a partir de janeiro de 2023. O senador reeleito pelo PT do Piauí falou dos grandes desafios que o país terá a partir do próximo ano não apenas na área da saúde, com um completo desmonte de serviços e uma herança maldita do descaso da pandemia, mas também em outras áreas da economia e das políticas públicas voltadas para o social. 

Para Rosana Onocko-Campos, presidente da Abrasco (Associação Brasileira de Saúde Coletiva), o governo Bolsonaro não deixará nenhum legado positivo no campo da saúde. “É um governo que fez uma clara, claríssima opção pela necropolítica, mistura de politicagem e morte, por iludir as pessoas e desencorajá-las no uso das máscaras e atrasar a compra de vacina“. Leia a entrevista de Rosana Onocko-Campos ao site Outra Saúde. 

Sonia Accioli, presidente da ABEn (Associação Brasileira de Enfermagem) destacou a importância da mobilização até o dia 30. Sônia reafirmou a determinação da ABEn de fortalecer a agenda de lutas em defesa do SUS, da educação e da formação na área da saúde, em diálogo com as entidades sindicais, com as associações e movimentos. Ela também chamou atenção da luta histórica da enfermagem pela conquista do piso salarial que somente foi possível se tornar lei devido à grande mobilização da categoria e de toda a sociedade. 

Reunidos numa sala virtual com mais de 40 pessoas, tiveram fala os ex-ministros de saúde José Gomes Temporão e Arthur Chioro; os parlamentares Jandira Feghali e os novos eleitos Daniel Soranz e Ana Pimentel; os representantes das coordenações de saúde das campanhas presidenciais de Lula, Eliane Cruz (PT); de Ciro Gomes, Denizar Vianna (PDT) e de Simone Tebet, João Gabbardo (MDB); além de Fernando Pigatto, presidente do CNS; João Pedro Stédile, coordenador nacional do MST; e Ronald dos Santos, da coordenação nacional da Central de Trabalhadores e Trabalhadoras Brasileiros (CTB) e do PC do B.

Do lado dos representantes dos movimentos da saúde integrantes da Frente Pela Vida, Elda Bussinguer (Sociedade Brasileira de Bioética), considerou inaceitável a fome, a miséria, o desmonte do SUS, num país como Brasil, que tem um dos sistemas de saúde mais completos e grandiosos do mundo. Também falaram a presidente da ABrES (Associação Brasileira de Economia da Saúde), Érika Aragão, a representante do Movimento Sou Ciência, Soraia Smalli e o representante do movimento Médicos e Médicas pela Democracia, Arruda Bastos.

Assista à transmissão:

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