Eu sou aquela planta seca que está viva: ampliando linguagens no 7º CBCSHS


A professora Mônica Nunes, do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia, participou ativamente no desenvolvimento de um espaço, no formato de Grupo de Trabalho (GT) transversal às atividades clássicas de um congresso, espaço denominado Ampliando Linguagens, criado especialmente para o 7º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva da Abrasco, que aconteceu em Cuiabá, em outubro passado.

O GT, como uma inovação na programação do congresso, buscou olhares sensíveis que captaram a essência dos espaços de vida e que contribuíram para uma escrita densa sobre os modos de “ser sociedade”, onde a abertura para a relação com o outro e para a compreensão do seu ponto de vista, imersa na alteridade, seja capaz de implicar em constante reflexividade ética e de produzir diferentes linguagens sobre os inúmeros contornos da vida. Ao longo dos 4 dias de realização do congresso, a programação científica recebeu “Imagens, Olhares e Cotidiano como Estratégias de Visibilização do Outro na Saúde” e um debate sobre o “Corpo, Cura e Cuidado: Saberes e Práticas Interdisciplinares”.  A Mesa redonda “Interactalidades Insurgentes” mostrou algumas ‘Realidades Performadas: (R)Existências que se fazem Possíveis’ e foi possível saber mais sobre a Insânia, Loucura e Poesia. Houve ainda duas performances, apresentadas em vídeo: Euvira “Empoderando bichas pretas, pobres, da periferia” e Girlene “Eu sou aquela planta seca que está viva”:

 

 

 

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