Defensores de Direitos Humanos são promovedores de esperança: para nunca esquecer

A Abrasco posiciona-se em defesa das vidas e da democracia. Foto R. Moraes / Reuters

Ainda nos primeiros meses desta ano, 18 pessoas foram assassinadas por motivações políticas, no Brasil (O Estado de S.Paulo). A recente execução de Marielle Franco, vereadora do Rio de Janeiro e ativista pelos Direitos Humanos, foi impactante – e gerou comoção nacional e internacional – pela audácia e coragem de seus executores: em pleno centro da cidade, sem ameças prévias. O símbolo em que se tornou Marielle e Anderson Gomes, seu motorista também assassinado no ataque, desperta a necessidade urgente de relembrar aqueles e aquelas que morreram por sustentarem suas causas, lutas e sonhos por um mundo igualitário e justo.

A Abrasco posiciona-se em defesa das vidas e da democracia. Faremos em nossas redes sociais uma série-memória de alguns ativistas assassinados no Brasil. “Quantos mais precisam morrer para que esta guerra acabe?”, palavras de Marielle, um dia antes de sua execução.

+ Conheça a plataforma  Memorial DDHs (Defensores de Direitos Humanos), um memorial virtual desenvolvido por organizações nacionais e internacionais para honrar ativistas defensores de direitos humanos.

José Claudio Ribeiro e Maria do Espírito Santo – Projeto de Assentamento Agroextrativista – Pará, 2011

Paulo Sérgio Santos – Líder quilombola – Bahia, 2014

Simeão Vilhalva Cristiano Navarro – Líder indígena – Mato Grosso, 2015

Luiz Antônio Bonfim – Presidente do PCdoB e ativista pela reforma agrária – Pará – 2016

Vilmar Bordin e Leomar Bhorback – Membros do Movimento dos Sem Terra (MST) – Paraná, 2016

Luiz Carlos da Silva e Cleidiane Alves Teodoro – Liga dos Camponeses Pobres (LCP) – Rondônia, 2016

Jailson Caique Sampaio –  Conflito territorial – Rio de Janeiro, 2016

Nilce de Souza Magalhães, “Nicinha” – Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) – Roraima, 2016

José Conceição Pereira – Líder comunitário – Maranhão, 2016

Almir Silva dos Santos – Líder comunitário – Maranhão, 2016

José Conceição Pereira – Líder comunitário -Maranhão, 2016

João Natalício Xukuru-Kariri – Líder indígena – Alagoas, 2016

Edmilson Alves da Silva – Líder comunitário – Alagoas, 2016

José Bernardo da Silva – Líder do MST – Pernambuco, 2016

Luís César Santiago da Silva, “Cabeça do povo” – Líder sindical – Ceará, 2017

José Raimundo da Mota de Souza Júnior – Líder quilombola e membro do MST  – Bahia, 2017

Eraldo Lima Costa e Silva – Líder do MST – Recife, 2017

Fabio Gabriel Pacifico dos Santos, “Binho dos palmares” – Líder quilombola – Bahia,2017  

Valdenir Juventino Izidoro, “Lobo”  – Líder camponês – Rondônia, 2017

Rosenildo Pereira de Almeida, “Negão” – Líder comunitário e membro do MST – 2017

Jair Cleber dos Santos – Líder de movimento agrário – Pará, 2017

Clodoaldo dos Santos – Líder sindicalista do Sindipetro – Rio de Janeiro, 2017

Waldomiro costa Pereira – Líder do MST- Pará, 2017

Márcio Oliveira Matos – Líder do MST – Bahia, 2018

Leandro Altenir Ribeiro Ribas – Líder comunitário – Rio Grande do Sul, 2018

Jefferson Marcelo – Líder comunitário – Rio de Janeiro, 2018

Carlos Antônio dos Santos, “Carlão”(carlão) – Líder de movimento agrário – Mato Grosso, 2018

George de Andrade Lima Rodrigues – Líder comunitário – Recife, 2018

Valdemir Resplandes – Líder do MST – Pará, 2018

Paulo Sérgio Almeida Nascimento – Líder comunitário –  Pará, 2018

Marielle Franco – vereadora e ativista pelos Direitos Humanos – Rio de Janeiro, 2018

 

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