Fiocruz pede urgência de medidas rígidas de isolamento no estado do Rio de Janeiro

Ruas vazias em horário de pico no centro do Rio de Janeiro. Foto: Thomaz Silva/Agência Brasil

Após solicitação do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) enviou, no dia 6, documento que consolida um posicionamento sobre a adoção urgente de medidas rígidas de distanciamento social e de ações de lockdown (do inglês confinamento ou fechamento total) no estado do Rio de Janeiro. De acordo com o documento da Fundação, as medidas são necessárias para que não haja agravamento da situação epidemiológica e insuficiência de leitos, que podem levar a um número expressivo de mortes que poderiam ser evitadas.

Para os especialistas, as medidas devem ser adequadas para cada região, de acordo com suas especificidades, mas não devem ser implantadas de forma isolada. Além disso, é necessária a adoção de medidas de apoio econômico e social às populações vulneráveis.

O posicionamento é fruto de diversas discussões realizadas no âmbito da Presidência da Fundação e teve a coordenação de Cristiani Vieira Machado, vice-presidente de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC/Fiocruz) e diretora do Conselho Deliberativo da Abrasco. O comitê responsável pela redação final foi formado por Cristiani Vieira Machado, Christovam Barcellos; Claudia Maria de Rezende Travassos; Daniel Villela; Elisa Andries; Luciana Lima; Margareth Portela; Rivaldo Venâncio da Cunha; Valcler Fernandes Rangel, com apoio de Pamela Lang. Veja o documento na íntegra.

 

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