Comissão Científica avança rumo ao Termo de Referência do Abrascão 2022

Espaço para a diferença de ideias, buscando simultaneamente representar a diversidade e construir consensos para a realização de um Congresso do tamanho que o desafio histórico exige. Num clima de diálogo, a Comissão Científica do 13º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva – Abrascão 2022 – reuniu-se virtualmente na tarde da sexta-feira, 18 de março.

Rosana Onocko iniciou a reunião falando do esforço coletivo empregado na redação do Termo de Referência. “Desde segunda-feira a diretoria da Abrasco está debatendo e contribuindo para a construção desse texto, enviado pela Secretaria Executiva a vocês. Agradeço imensamente a participação de todos”, disse a presidente da Associação e da Comissão Científica.

O desafio de se pensar um congresso efetivamente transdisciplinar mobilizou o debate da tarde, fortemente influenciado pelas discussões realizadas na sessão temática sobre o Abrascão do ISC em Casa, transmitida pela manhã.

Foi consenso a compreensão de que o documento é muito mais do que uma referência para um grande evento, e sim a expressão de um posicionamento ético, científico e político que a comunidade científica da Abrasco apresenta para este Congresso. Os eixos de debate não precisam trazer nominalmente todas as minúcias temáticas, mas devem expressar e abarcar a potencialidade dos debates travados no campo. Ajustes e novas propostas foram apresentadas e serão finalizadas e revisadas na próxima semana, para poder compor e ser divulgada no site do Congresso, que já está aberto para inscrições.

A reunião contou com a participação de Roberto Tapiah, da Organização Panamericana de Saúde (OPAS),que passou a compor a Comissão. “Para nós da OPAS é motivo de orgulho acompanhar o desenvolvimento das escolas e centros de formação em saúde, como aqui reunidos. Esse Congresso será espaço para relançar e avançar na concepção de democracia nos sistemas de saúde, identificar implicações e caminhos para trazer essa democracia no atendimento das populações e na realidade dos Recursos Humanos em saúde”.  

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