Pesquisadoras dão entrevista sobre o dia de mobilização e visibilidade da saúde da população negra

Foto: Elói Correa/GovBA

As representantes do Grupo de Trabalho Racismo e Saúde da Abrasco, Maria do Carmo Sales Monteiro e Fernanda Lopes, deram entrevista para o Afro/Cebrap no site do Nexo Jornal falando sobre a construção de ações de equidade racial pelo Estado e revelando dois fatores que persistem: as desigualdades raciais em saúde e a luta por equidade racial no SUS.

A conversa foi publicada por conta do Dia de Mobilização Nacional Pró-Saúde da População Negra, que desde 2006 é comemorado no dia 27 de outubro. Naquele ano, situações centrais ocorreram para que se desenvolvessem ações até a institucionalização da PNSIPN (Política Nacional de Saúde Integral da População Negra), em 2009. Foi em 6 de novembro de 2006 que o CNS (Conselho Nacional de Saúde) aprovou uma política voltada para o enfrentamento ao racismo e a promoção da saúde da população negra no SUS (Sistema Único de Saúde), a partir das mobilizações nacionais intensificadas no mês anterior.

As organizações de mulheres negras são identificadas como as protagonistas na institucionalização dessas ações de equidade racial na saúde. Na entrevista, as ativistas e pesquisadoras relatam a trajetória dessas ações entrelaçadas entre os níveis federal e municipal. As duas representantes do Grupo de Trabalho Racismo e Saúde da Abrasco sintetizam essa trajetória e são unânimes em indicar retrocessos no governo federal. Mas destacam que ações municipais ainda ocorrem e que são necessárias mudanças para além da aprovação de leis.

Confira a íntegra da entrevista na página do Afro/Cebrap do Nexo Jornal.

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