Debate sobre malária no Epivix é divulgado na imprensa paraense


A vinda da pesquisadora Tânia do Socorro Souza Chaves, do Instituto Evandro Chagas, foi destaque na imprensa do Pará, neste domingo, 7 de setembro de 2014. O jornal Diário do Pará divulgou nota sobre a participação da pesquisadora no Painel sobre Malária, no dia 10 de setembro. “As pessoas viajam sem informação sobre o que é a malária, não se protegem e, às vezes, encontram médicos que não sabem diagnosticá-la”, avalia a pesquisadora que é especialista em Doenças Infecciosas e Parasitárias, atuando principalmente na pesquisa em malária, dengue e febre amarela.

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A Malária é uma doença infecciosa transmitida pela picada do mosquito Anopheles infectado pelo agente Plasmodium. Atualmente, é endêmica em mais de 100 países, sobretudo nos continentes Africano, Asiático e Sul-Americano, visitados anualmente por mais de 125 milhões de viajantes. É a principal causa de febre no viajante. Sabe-se que, por ano, cerca de 30.000 viajantes adoecem por malária após o regresso a casa, e um número indeterminado adoece na própria viagem. Para doenças como a malária, que não podem ser prevenidas através de vacinas, é possível prescrever medicações que evitam a aquisição da doença ou, mesmo que não a evitem, fazem com que se manifeste de forma menos grave. Essas drogas, porém, só devem ser tomadas com a orientação expressa de um especialista. No Brasil, essa prática ainda não é muito adotada, porque usar essas drogas de modo abrangente pressupõe o risco de que o parasita adquira resistência nas regiões onde é mais comum. Por isso, elas devem ser indicadas com muito critério por um especialista na área.

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