Eu vou com trabalho! Série Especial VI Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas em Saúde


 

Quem vai ao VI CBCSHS com trabalho aprovado? Responder a essa pergunta é o objetivo principal da Série Especial “Eu vou com trabalho”, que o Jornalismo Abrasco está desenvolvendo até o dia anterior do evento, que acontece entre 3 e 17 de novembro, no Rio de Janeiro, no Campus Maracanã da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).
Para abrir a série, conversamos com Izanir Maria da Silva, estudante do 6º Período de Saúde Coletiva da Universidade Federal do Acre (UFAC), também membro do CEASC (Centro Acadêmico de Saúde Coletiva) e coordenadoria de Assistência Estudantil.
Abrasco | É a primeira vez que tem trabalho aceito no Congresso? Se sim, dê seu depoimento sobre a expectativa. Se não, conte um pouco de outras experiências.
Izanir | Sim, é a primeira vez que tenho trabalho aprovado, até mesmo porque é a primeira vez que submeto um trabalho. Fiquei muito feliz quando soube da aprovação, pois ainda sou iniciante nesse ramo de desenvolvimento de pesquisas e projetos. E com essa aprovação minha empolgação para desenvolver novos projetos aumentou. Principalmente agora nesse momento em que me preparo para iniciar meu trabalho de conclusão de curso.
Abrasco | Qual o tema do seu trabalho? Tipo de apresentação?
Izanir | Educação em Saúde e Biossegurança em Empresas Varejistas de Carnes. Não terá apresentação oral e nem exposição de banner. O trabalho foi aprovado para publicação no livro de Anais.
Abrasco | Suas expectativas quanto ao evento e ao tema central do Congresso?
Izanir | As expectativas são sempre as melhores, pois será um momento ímpar e com grande aprendizado. O tema chama atenção para uma abertura de diálogo de como anda os saberes e as práticas de saúde coletiva em cada cantinho do Brasil, trocando experiências e agregando novos conhecimentos.
Abrasco | Como você analisa ainda estudante, o cenário da Saúde Coletiva brasileira?
Izanir | Ainda é triste ver que o nosso Sistema Único de Saúde é uma utopia, como ele não funciona independente de estratégias e programas que se criam para a melhoria da assistência e atendimento. E que o principal problema não é financeiro como é sempre enfatizado, mas sim o RECURSO HUMANO. As pessoas são as principais culpadas pelo mal funcionamento da Saúde Coletiva.
Mas nós como futuros sanitaristas, devemos abraçar essa causa e entrar na luta pela melhoria da saúde brasileira e até mesmo para fortalecimento de nossa profissão.

AINDA NÃO CONFIRMOU A APROVAÇÃO DO SEU TRABALHO? FAÇA AQUI

Comments

comments

Deixe uma resposta