Apesar de dificuldades, o SUS acolhe cerca de 70% da população negra, diz Luís Eduardo à Folha

SUS contribui para a longevidade de negros e pardos / Foto: Carol Garcia/Governo do Estado da Bahia

No último sábado (10), o Jornal Folha de S. Paulo publicou uma série de reportagens que mostra as barreiras vivenciadas pela população negra para ter acesso às mesmas oportunidades e serviços da população branca. Sob o título “Com SUS, pretos e pardos se aproximam dos brancos em longevidade em 22 estados” a matéria tem como parâmetro um indicador próprio (Índice Folha de Equilíbrio Racial). Para a parte da análise do quadro de saúde, a reportagem entrevistou Luis Eduardo Batista, coordenador do GT Racismo e Saúde, da Abrasco.

Ao falar sobre as diferenças no tempo de sobrevida entre as duas etnias, Luís frisou a importância do SUS na diminuição dessa desigualdade, apesar de reconhecer as deficiências do sistema: “Apesar de dificuldades, o SUS presta um bom atendimento e acolhe cerca de 70% da população negra”, disse. 

A reportagem abordou também o impacto da Covid-19 no aumento da disparidade no total de óbitos entre negros e brancos durante a pandemia. Segundo a publicação, o  excedente de mortes associadas à pandemia, em 2020, chegou a 28% entre os negros, e a 18% entre os brancos, no Brasil como um todo”. 

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