Fórum debaterá resultados da Avaliação quadrienal em novembro

O Fórum de Coordenadores de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (FCPGSC) irá realizar seu segundo encontro presencial de 2022 em 18 de novembro, no Instituto de Saúde Coletiva da UFBA. Às vésperas do 13º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva – Abrascão 22, o propósito do encontro será discutir o resultado da avaliação quadrienal da CAPES, contando para isso com a participação dos representantes de área, junto àquele órgão. Veja aqui a programação preliminar.

A avaliação do quadriênio 2017-2020 foi marcada por judicializações que provocaram interrupções, atrasos e incertezas, assim como inúmeras mobilizações em que o Fórum atuou em colaboração com muitas entidades e instituições em defesa da pós-graduação e do seu sistema de avaliação no Brasil. Por força judicial, não haverá uma divulgação pública das notas, por enquanto. Mas a CAPES informará cada Programa sua nota na avaliação. Com as notas em mãos, essa edição do Fórum será mais uma oportunidade de esclarecimentos sobre o processo de avaliação.

O encontro de novembro acontece após a primeira reunião do Coletivo deste ano, realizada em junho passado, após um intervalo de quase 3 anos sem encontros presenciais. A próxima atividade está sendo aguardada com grande expectativa, frente às dificuldades enfrentadas ao longo do processo de avaliação, ocorrido em meio a intervenções judiciais e inúmeras tentativas de deslegitimação.

A coordenação do fórum destaca que esta quadrienal incorporou mudanças no modelo da ficha de avaliação, com maior valorização da formação e introdução da avaliação qualitativa. “Será um momento de olharmos com o devido cuidado para o impacto do uso da nova ficha sobre a nossa área”, dizem os coordenadores Anya Meyer Vieira, Marcelo Castelanos e Nelson Filice.

Os coordenadores entendem que as mudanças são positiva na medida em que devem favorecer uma análise mais profunda do grau em que as experiências acadêmicas expressam rigor científico e compromisso social, com atenção para a qualidade da formação de pesquisadores e para os impactos positivos da pós-graduação na sociedade brasileira. A expectativa é que a pluralidade de perfis vocacionais dos Programas de Pós-Graduação em Saúde Coletiva e a desconcentração geográfica de Programas consolidados ou em processo de consolidação sejam favorecidas.

2º Fórum de Coordenadores dos PPGSC de 2022
Data: 18 de novembro
Horário: Das 8h30 às 17 horas
Local: Instituto de Saúde Coletiva da UFBA
Endereço: Rua Basílio da Gama, s/nº Campus Universitário Canela. Salvador – BA
Clique e acesse a programação preliminar

Nota de Repúdio e Esclarecimento sobre o desmonte e extinção de PPGs da Unisinos

Em consonância à nota da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SPBC) e do Fórum das Ciências Humanas, Sociais, Sociais Aplicadas, Letras, Linguística e Artes (FCHSSALLA), ratificada por mais 32 entidades, o Fórum de Coordenadores dos Cursos de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da Abrasco e a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) vêm a público manifestar sua preocupação com o cenário de desmonte e extinção de programas de pós-graduação protagonizado recentemente pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos).

Embora não seja um dos programas postos de imediato em descontinuidade, o Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da Unisinos (PPGSC Unisinos) teve seu edital de seleção para turma regular de doutorado recolhido pela reitoria da Universidade, o qual oferecia, inclusive, bolsas de estudos da CAPES. Tal atitude sinaliza a possibilidade de extinção e ameaça a continuidade das pesquisas e do impacto social do Programa nas políticas públicas e atenção à saúde da região. Vale ressaltar que o PPGSC Unisinos tem nota 5 na avaliação da CAPES, o que denota qualificação de excelência nacional.

A situação de instabilidade do PPG de Saúde Coletiva da Unisinos representa mais um revés na busca por qualificar recursos humanos e promover o desenvolvimento científico em defesa do Sistema Único de Saúde. Espera-se que os valores democráticos e humanitários pautem os esforços institucionais para preservar as conquistas da comunidade acadêmica na área da Saúde Coletiva, assim como o patrimônio intelectual e imaterial do Programa, expressando o zelo pelo investimento público realizado por meio de bolsas, fomentos à pesquisa e renúncias fiscais ao longo dos anos.

O Fórum de Coordenadores dos Cursos de Pós-Graduação em Saúde Coletiva e a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) se solidarizam com todos os/as pesquisadores/as, alunos/as e funcionários/as da Unisinos que foram afetados e acompanham com atenção os movimentos que asfixiam a Pós-Graduação na área da Saúde Coletiva em universidades públicas e comunitárias sob o pretexto da sustentabilidade financeira e do alinhamento ao mercado.

Rio de Janeiro, 9 de agosto de 2022

Fórum de Coordenadores dos Cursos de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da Abrasco
Associação Brasileira de Saúde Coletiva – Abrasco

Fórum de Coordenadores retoma encontros presenciais

Um momento de renovação e de escuta privilegiada, para quem chega e para quem segue. Na próxima semana, os dias 13 e 14 de junho vão marcar o reencontro dos dirigentes dos Programas de Pós-Graduação em Saúde Coletiva, com a retomada dos encontros presenciais semestrais do Fórum de Coordenadores. A atividade será na Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP/USP). Na pauta, haverá oportunidade tanto para o acolhimento como para discussões sobre a formação pós-graduada e os próximos passos do coletivo. 

Acesse a programação da Reunião

Nos últimos dois anos e meio, a pandemia não paralisou o Fórum. Contudo, os encontros virtuais tiveram temáticas mais pontuais e durações mais expressas. Para a coordenação do Fórum, composta por Anya Vieira Meyer, Marcelo Castellanos e Nelson Filice de Barros, a retomada do encontro presencial trará também uma nova configuração de atores à frente dos PPGs. “Como teremos muitas pessoas presentes pela primeira vez, o processo de renovação será sentido de maneira mais forte, o que é positivo. Logo, para este encontro, pensamos em aspectos que trazemos como cerne da nossa atuação, tendo a escuta e a compreensão como essenciais em todos os momentos”, diz Anya Vieira Meyer.

Essas características orientaram a organização da pauta. Na segunda (13), duas mesas-redondas vão apresentar a formação do Fórum (às 9h30) e debater os caminhos do processo de formação na pós-graduação (às 14 horas), seguida da apresentação dos resultados do questionário sobre formação junto aos programas de pós-graduação. As mesas terão transmissão pela TV Abrasco e vão ficar registradas em nosso canal – Assista pelos players abaixo lincados.

Ciência, representatividade e desenvolvimento na pauta pública: Na terça (14), a mesa da manhã irá debater as ações de preparação para o novo período de avaliação e o contexto da CAPES, com a presença dos coordenadores da área junto à Agência.

À tarde, a plenária final, embasada nos debates sobre os desafios do ensino-aprendizagem, a ampliação da representatividade social nos PPGs e o uso de processos de ensino e aprendizagem mediados por tecnologias, irá construir e aprovar a carta do encontro, previamente batizada: Fortalecendo o papel da ciência e da formação de pesquisadores e geração de conhecimento para o desenvolvimento da nação.

Para a coordenação do Fórum, a plenária final será mais do que um momento de deliberação e encaminhamentos e próximos passos, mas também de escuta e construção coletiva. “Entender a função do Fórum e se envolver de forma afetiva e pertinente é essencial para o crescimento e fortalecimento da Saúde Coletiva que temos construído. Queremos que a reunião seja esse espaço de fomento e fortalecimento para todos, escutando demandas e questionamentos para que possamos construir coletiviamente novos caminhos da melhor maneira possível”, completa Anya Vieira Meyer.

Assista às transmissões na TV Abrasco:

Às 9h30:

Às 14 horas:

Fórum de Coordenadores de Pós-graduação em Saúde Coletiva renova coordenação

Em reunião virtual na última quinta-feira (26/11), o Fórum de Coordenadores de Pós-graduação em Saúde Coletiva se despediu de Sérgio Peixoto, professor da UFMG e pesquisador da Fiocruz/Minas, que fazia parte do trio coordenador desde 2017. O novo representante do Fórum é Nelson Filice, professor da Unicamp, que, até 2023, compõe a gestão juntamente com Ricardo Mattos (2018 – 2021) e Anya Vieira (2019 – 2022).

Sérgio Peixoto deixou o cargo em meio a muitas manifestações de reconhecimento e gratidão. Ricardo Mattos (UERJ) e Anya Vieira (Fiocruz) agradeceram publicamente ao colega: “Foi um grande aprendizado, esse tempo de trabalho juntos. Aprendemos muito enquanto coordenadores e pessoas, pela forma como Sérgio nos conduziu e acolheu”.

Nelson Filice, professor da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp, foi eleito por unanimidade, e afirmou que está disposto a aprender e a somar na condução do Fórum: “Agradeço ao apoio, e vamos trabalhar, juntos. Nossa luta, agora, é pela sobrevivência dos programas de Pós-graduação”.

Revisão da Taxonomia do CNPq

Além da nova coordenação, a reunião discutiu outros pontos importantes: Gulnar Azevedo e Silva, presidente da Abrasco, apresentou a proposta de mudanças na área de Saúde Coletiva, diante da Revisão da Taxonomia do CNPq. Isto é porque subáreas existentes no âmbito institucional – como “saúde pública” e “medicina preventiva” são ultrapassadas, e podem ser contempladas pela área “Saúde Coletiva”.

O grupo referendou o posicionamento proposto pela Abrasco, e aprovou que a revisão da taxonomia deve “restringir o número de subáreas ao mínimo indispensável, tendo em vista que a excessiva pulverização leva a uma indesejável fragmentação do campo”. A ideia é que a grande área continue Ciências da Saúde, que a área seja Saúde Coletiva, e que existam apenas três subáreas: Ciências Sociais e Humanas em Saúde; Epidemiologia; e Política, Planejamento e Gestão da Saúde.

Especial Abrasco: o impacto dos cortes na pós-graduação em Saúde Coletiva

Uma onda de pronunciamentos oficiais vem prometendo cortes significativos nas verbas destinadas a bolsas de pós-graduação, mestrado e doutorado no Brasil: o Ministério da Educação anunciou um contingenciamento de 19% no orçamento da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – Capes em 2019; depois veio a notícia de que o órgão pode vir a contar com cerca de 40% menos dinheiro em 2020. Se tudo isso se concretizar o impacto será dramático para os pesquisadores brasileiros que há meses convivem com essa ‘corda no pescoço’ da ciência brasileira. É o desmonte da produção científica brasileira.

A Capes e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq são as duas principais agências de fomento à pesquisa no Brasil. A primeira, vinculada ao Ministério da Educação, é focada no apoio às pós-graduações das Instituições de Ensino Superior. Já o CNPq, agência ligada ao Ministério da Ciência e Tecnologia, atua prioritariamente no apoio aos pesquisadores individualmente em todos os níveis, incluindo estudantes de ensino médio e de graduação. Ambas vêm sofrendo com os cortes de verbas.

A área da Saúde Coletiva – SC inclui cerca de 95 programas de pós-graduação, sendo quase metade na modalidade profissional. Na SC a produção de conhecimento favorece o desenvolvimento de políticas públicas e o fortalecimento do Sistema Único de Saúde. Trata-se de uma extensa produção de conhecimento qualificado com interface direta com os serviços de saúde, organizações sociais, buscando a melhoria da qualidade de vida da população e o consequente avanço econômico do Brasil.

Para a coordenação do Fórum de Pós-graduação em Saúde Coletiva da Abrasco, composta hoje por Mônica Angelim Gomes de Lima, do Departamento de Medicina Preventiva e Social da Faculdade de Medicina da Bahia da Universidade Federal da Bahia; Sérgio Viana Peixoto do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva do Instituto René Rachou Fiocruz Minas e Ricardo Mattos, do Programa de Pós-graduação em Saúde da Família da Universidade Estácio de Sá no Rio de Janeiro, os cortes nos recursos financeiros anunciados pelo governo, direcionados aos programas de pós-graduação menores e em fase de consolidação, associados à importante redução dos recursos para pesquisa do CNPq, levará ao acirramento das desigualdades regionais, aumentando a invisibilidade de problemas de saúde de populações em alta vulnerabilidade social.

Esse processo prejudicará o desenvolvimento científico e tecnológico no Brasil, assim como impactará a formação de recursos humanos qualificados para o Sistema Único de Saúde: – “Algumas experiências que ilustram a atuação da área estão descritas abaixo: longe de retratarem toda a diversidade de trabalhos e êxitos obtidos pelos programas existentes, elas ressaltam que a relevância dos produtos não está diretamente relacionada ao conceito ou à região na qual o programa se encontra. Todos os Programas contribuem para o Sistema Nacional de Pós-Graduação, para a manutenção da área no Brasil e para o desenvolvimento do país” explica a coordenação.

Rio de Janeiro

No Programa de Pós-Graduação de Saúde Pública, da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca da Fundação Oswaldo Cruz – ENSP/Fiocruz, destaca-se a tese premiada pela Capes em 2018, que trata da política de controle do tabaco no Brasil, desenvolvida pelo aluno Leonardo Henriques Portes. A produção ressalta a importância de ações intersetoriais para o controle do tabaco, como o aumento de preços e impostos de cigarros, a promoção de ambientes livres do fumo e a adoção de advertências sobre os malefícios do tabagismo, que contribuíram para a expressiva redução da prevalência de fumantes em nosso país. Essa sistematização demonstra a relevância do estabelecimento de políticas públicas para a melhoria da qualidade de vida das populações, o que deve ser seguida para a mudança de outros comportamentos prejudiciais à saúde das populações.

Bahia

Uma série de trabalhos desenvolvidos pelos programas de pós-graduação em Saúde Coletiva, da Universidade Estadual de Feira de Santana – UEFS, e em Saúde, Ambiente e Trabalho, da Universidade Federal da Bahia – UFBA, avaliaram a saúde dos professores, detectando os transtornos mentais, distúrbios musculoesqueléticos e distúrbios de voz como principais agravos. Essa extensa produção de conhecimento, propiciada pela parceria com outras instituições nacionais e internacionais, além de apoio do governo, levou a criação do Programa de Atenção à Saúde e Valorização do Professor, do Governo do estado da Bahia (Secretaria da Educação), voltado ao cuidado e atenção à saúde do(a) professor(a) da Rede Pública Estadual de Ensino, se constituindo em uma das poucas iniciativas governamentais em saúde docente no Brasil de caráter amplo e interdisciplinar. Essa experiência demonstra a importância da produção do conhecimento para o planejamento de políticas públicas visando à melhoria da qualidade de vida da população geral e grupos específicos, incluindo trabalhadores de diversos segmentos, contribuindo para o crescimento econômico e social do país.

Santa Catarina

Em Santa Catarina, projeto conduzido pelo Curso de Mestrado Profissional do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva, da Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC, consolidou um processo de avaliação das ações de Educação Permanente em Saúde (EPS) que vinha ocorrendo ao longo do tempo no Estado. Os resultados desse estudo possibilitaram a elaboração de uma proposta de “Matriz de avaliação das ações de EPS propostas e desenvolvidas pelas CIES Regionais do Estado de SC”, que foi premiada pela OPAS/MS em 2018. Os resultados contribuíram para melhoria do planejamento e estruturação da EPS, favorecendo o processo de regionalização da atenção à saúde por meio de relações horizontais e integrais no Estado de Santa Catarina. Portanto, esse projeto, que recebeu financiamento público para sua execução, foi fundamental para melhoria das ações desenvolvidas no âmbito estadual, favorecendo a política de formação dos profissionais que atuam no Sistema Único de Saúde e, consequentemente, a qualidade na prestação dos serviços.

Minas Gerais

Em Minas Gerais, tese de doutorado desenvolvida pelo Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva, da Fiocruz Minas, avaliou a implantação do Programa Nacional de Suplementação de Vitamina A em municípios do Estado de Minas Gerais e contou com a parceria da gestão estadual do Programa, referências técnicas de diferentes gerências regionais de saúde e municípios mineiros. Dentre os impactos dessa produção, pode-se citar como impacto tecnológico a geração de conhecimento sobre a implantação do Programa no Estado de Minas Gerais, contribuindo para maior efetividade de políticas para garantia da segurança alimentar e nutricional. Contribui ainda para a otimização das dimensões de estrutura e processo do Programa, o que pode trazer importante impacto econômico. Além disso, como impacto sanitário, o trabalho oferece subsídio para a tomada de decisão pela gestão estadual para reformulação de políticas e estratégias para controle da deficiência de vitamina A.

Confira aqui o ábum de fotografias com os pesquisadores deste Especial Abrasco.

Coordenadores debatem cortes e defendem unidade da área da Saúde Coletiva

Registro da reunião do Fórum de Coordenadores realizada em 22 e 23 de maio de 2019, no Rio de Janeiro

Reunidos em 11 de junho por webconferência, cerca de 30 coordenadores de programas de saúde coletiva de diversas regiões do Brasil, com predominância de cursos notas 3 e 4, discutiram possíveis estratégias a serem pactuadas por todos os programas da área para enfrentar os cortes em bolsas anunciado pela Capes em maio e reafirmados no início de junho, bem como os demais ataques, não apenas à pós-graduação do país, mas à toda área de ciência e tecnologia.

Embora os últimos cortes anunciados sejam direcionados aos programas que obtiveram a menor nota nas avaliações da Agência, foi reforçada a unidade da área, como debatido no último encontro presencial do Fórum em maio, como condição necessária a esses enfrentamentos e única chance de uma possível vitória. 

Para tal, foram debatidas as primeiras ações imediatas, como a redação e a divulgação de um abaixo-assinado eletrônico e o incentivo ao debate em cada instituição, de modo a provocar um posicionamento institucional sobre a situação atual e não apenas daqueles programas que sofreram, nesse momento, os impactos dos cortes anunciados. Buscar junto à Abrasco e outras instituições,como a SBPC, formas de representação política junto às direções das autarquias e demais atores políticos também foi destacado.

Foi mencionado ainda a importância do Documento de Área explicitar a posição política do campo da Saúde Coletiva, demarcando que não haja prejuízo justamente dos programas mais atingidos por esse processo na Avaliação de Meio Termo, marcada para agosto. Participaram também da reunião Bernardo Horta e Cláudia Leite, representantes da área na Capes.  Clique e acesse a síntese completa da reunião, disponível na Biblioteca do Fórum de Coordenadores.

Fórum de Pós-graduação da Abrasco será no Rio de Janeiro

Os constrates sociais do Rio de Janeiro em imagem de C. Novaes

A primeira reunião ordinária do Fórum Nacional de Coordenadores de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da Abrasco, em 2019, será no Rio de Janeiro, em 22 e 23 de maio. O encontro será no Auditório do Museu da Vida, na Fiocruz, em Manguinhos.

+ Confira aqui diretamente a programação do encontro, disponível na Biblioteca do Fórum de Coordenadores

Este primeiro Fórum do ano será voltado para a preparação dos programas para o Seminário de Meio Termo da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior  – CAPES, previsto para acontecer entre 05 a 30 de agosto. As mudanças dos critérios da CAPES para a avaliação do quadriênio 2017-2020 serão exploradas, principalmente no que diz respeito às Fichas de Avaliação, autoavaliação e impacto dos PPG da área na sociedade.

Para Mônica Angelim Gomes de Lima, uma das coordenadoras do Fórum (juntamente com Sérgio Viana Peixoto e Ricardo Mattos), o evento tem sido um espaço de discussão e formulação de posicionamentos da área de Saúde Coletiva para a qualificação dos programas de pós-graduação – PPG nos seus diferentes formatos (acadêmico e profissional): “A recepção dos novos programas é um momento valorizado, como oportunidade de aproximação e troca de experiência entre PPG”, avalia Mônica.

O formato em três turnos incluirá mesas redondas e a plenária final. A Comissão Local é coordenada pela pesquisadora Edinilsa Ramos, do Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública da Escola Nacional de Sáude Pública da Fundação Oswaldo Cruz. e envolve também representantes de programas da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Universidade Federal Fluminense e Universidade Estácio de Sá. Em breve será divulgado o programa detalhado do evento.

1ª Reunião do Fórum de coordenadores de programa de pós-graduação de Saúde Coletiva – 2019

Data: 22 e 23 de maio
Local: Auditório do Museu da Vida – Fiocruz, Av. Brasil nº 4.365, Manguinhos, Rio de Janeiro – RJ
Organização local: PPGSP/ENSP/FIOCRUZ, PPG das demais unidades da Fundação Oswaldo Cruz, IFF, UFRJ, UERJ, UFF e Estácio de Sá.

Fórum de coordenadores realiza segunda reunião de 2018

Fortaleza receberá a segunda e última reunião do Fórum de Coordenadores de Pós-graduação em Saúde Coletiva da Abrasco de 2018. Dois dias de atividades com uma “programação que  bem articulada diante das demandas atuais que a pós-graduação em Saúde Coletiva atravessa” explica Adauto Emmerich, um dos coordenadores do Fórum junto com Sérgio William Viana Peixoto – Fiocruz Minas e Mônica Angelim, da UFBA.

Compõem a Comissão organizadora local a professora Maria Salete Bessa Jorge (UECE); e ainda professor Antônio Rodrigues Ferreira Junior (UECE); professor Carlos Henrique Alencar (UFC); professora Mirna Albuquerque Frota (UNIFOR); professora Raimunda Magalhães da Silva (UNIFOR) e professora Anya Pimentel Gomes Fernandes Vieira Meyer (Fiocruz). Esta reunião do Fórum conta com o apoio da Secretaria da Saúde de Fortaleza / Coordenadoria da Gestão Permanente em Saúde.

Confira a programação completa:

2ª Reunião do Fórum de coordenadores de programa de pós-graduação de Saúde Coletiva – 2018

Data: 21 e 22 de novembro
Local:  Hotel Plaza Suíte, Rua Barão de Aracati nº. 94, Praia de Iracema, Fortaleza – Ceará.
Organização local: Universidade Estadual do Ceará, Universidade Federal do Ceara, Universidade de Fortaleza, Coordenadoria da Gestão Permanente em Saúde/SESA

Clique e acesse a carta-convite 

1º Dia – 21/11 – Manhã
8:00h – 8:30h – Recepção dos novos programas e novos coordenadores
Adauto Emmerich – Coordenador do FÓRUM
Leny Trad – Representante Adjunta
Cláudia Leite – Representante Adjunta
Maria Salete Bessa Jorge – Representante da Saúde Coletiva em Fortaleza

8:30h-9:00h- CAMERATA

9:00h – Mesa de Abertura
Presidenta da Abrasco: Gulnar Azevedo
Coordenador do Fórum: Adauto Emmerich
Reitor UECE- José Jackson Coelho Sampaio
Diretora CCS/UECE- Glaucia Posso Lima
Pró-reitora de Pós-Graduação e Pesquisa/ UECE- Nukácia Meyre Silva Araújo
Pró-reitora de Pós-Graduação e Pesquisa- Thereza Glaucia Rocha Matos
Coordenador FIOCRUZ- CEARÁ- Antônio Carlile Holanda Lavor
Pró-reitora de Pós-Graduação e Pesquisa/UFC- Antonio Gomes de Souza Filho

10:00h Mesa 1: Análise da conjuntura e os impactos sobre a Saúde Coletiva e o SUS: cenários e perspectivas da área do conhecimento
Palestrantes: Gulnar Azevedo, Lúcia Conde de Oliveira (UECE) – Debatedor: Gastão Wagner de Sousa Campos – Coordenação: Adauto Emmerich
12:30h-13:45h- Almoço – Hotel

1º Dia – 21/11 – Tarde
14:00h – Mesa 2: A CAPES e as mudanças na Avaliação Quadrienal (2017-2020): cenário político e preparação dos nossos programas para as possíveis mudanças no processo de avaliação.
Rita Barata: Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo
Bernardo Horta – Representante da Área da SC
Leny Trad. – Representante Adjunta
Cláudia Leite –Representante Adjunta
José Leopoldo Antunes – Representante Fórum de Editores, Faculdade de Saúde Pública de São Paulo
Coordenação: Mônica Angelim – Relatoria: Sérgio Peixoto

2º Dia – 22/11- Manhã
8:30 – Mesa 3 – Ensino na Pós-Graduação em Saúde Coletiva: importância e qualificação do ensino na pós-graduação – a formação de pesquisadores e quadros defensores do SUS
Participantes: Carlos Henrique Morais de Alencar – UFC; Nelson Felice de Barros (UNICAMP);
Coordenação: Sérgio Peixoto
Relatoria: Mônica Angelim

10:00h – Grupos de Trabalho – Construção de indicadores sensíveis às características da área – GT Avaliação
Coordenador: Sérgio Peixoto – GT Mestrado e Doutorado Profissional
Coordenador: Ricardo Mattos

2º Dia – 22/11 – Tarde
12:30 – 13:45h – Almoço – Hotel

14:00h – 16h30 – Plenária Final: Síntese dos grupos, moções, Carta de Fortaleza, pauta para o próximo fórum, eleição de novo membro para a Coordenação do Fórum e apresentação do grupo musical da região do Ceará

16:30h Encerramento das Atividades

17:30h Coffee-Breack

 

Um Fórum de anseios, diferenças e busca de um diálogo para o fortalecimento da SC e do SUS

“O Fórum somos todos nós com seus anseios, diferenças e busca de um diálogo construtivista para o fortalecimento do campo da SC e do SUS” frisou Adauto Emmerich Oliveira da Universidade Federal do Espírito Santo, um dos coordenadores do Fórum de Pós-graduação em Saúde Coletiva da Abrasco, sobre o encontro do grupo que se reuniu em 23 e 24 de novembro, no prédio histórico da Faculdade de Medicina da Bahia, construído em 1905 no lugar do antigo Colégio dos Jesuítas. A mesa de abertura contou com a presença de Guilherme Werneck – Coordenador da Área da Saúde Coletiva na Capes; Gastão Wagner – presidente da Abrasco; Darci Santos – pesquisadora do Instituto de Saúde Coletiva que estava representando o Reitor da UFBA, professor João Carlos Salles Pires da Silva; do Diretor da Faculdade de Medicina da Bahia, professor Luis Fernando Fernandes Adan; e Silvana Granado, coordenadora do Fórum.

Acesse aqui ao vídeo com toda a cerimônia de abertura do Fórum em Salvador.

Na manhã do primeiro dia houve debate sobre o ensino na Pós-graduação em Saúde Coletiva com apresentações de Naomar de Almeida Filho e Ligia Bahia sob mediação de Gastão Wagner. À tarde, foram apresentados os resultados da Avaliação Quadrienal da Capes, 2013-2016, pelo Coordenador da Área da Saúde Coletiva, Guilherme Werneck; pela coordenadora adjunta Maria Novaes ; e ainda por Eduarda Cesse, atual Coordenadora Adjunta para Mestrados Profissionais da Área da Saúde Coletiva da Capes.

Em sua participação, Gastão Wagner falou sobre a importância e o enfrentamento dos inúmeros desafios da pós-graduação em Saúde Coletiva no país, por meio da análise do contexto sociopolítico e de suas repercussões sobre os direitos sociais, no que tange a saúde, educação e ciência & tecnologia. O presidente da Abrasco, chamou atenção para o encontro de tantos coordenadores que justifica e mobiliza a Saúde Coletiva.

Assista aqui ao vídeo com a íntegra da participação de Gastão Wagner no Fórum.

Durante sua apresentação, o professor Naomar Almeida Filho apresentou a história da instituição universitária no mundo ocidental e no Brasil. O professor falou também do crescente interesse do capital financeiro em investir em fusões e aquisições de empresas educacionais como movimento para transformar o ensino superior em bens e serviços. Analisou ainda as perspectivas da universidade como instituição de conhecimento, num contexto de transformação da educação superior em espaço de negócios e mercado de valores e produtos simbólicos – “Proponho uma rápida revisão da trajetória histórica da educação universitária no mundo ocidental, a partir de textos clássicos. O filósofo e diplomata Wilhelm Von Humboldt tem sido largamente reconhecido e exaustivamente estudado como criador da universidade de pesquisa. Quero debater hoje os dilemas políticos e institucionais que desafiam a universidade brasileira no contexto atual de crises, conflitos e acomodações na nossa sociedade”, propos Naomar.

Assista aqui ao vídeo com toda a apresentação de Naomar Almeida Filho.

Em sua apresentação, Ligia falou sobre A saúde coletiva: ensino e pesquisa para reduzir desigualdades no Brasil contemporâneo. Seguindo um roteiro que começava no disclaimer, pressupostos, passando pelas “pré-hipóteses”, conjectura, interpretações sobre desigualdades no mundo contemporâneoe finalmente abordando os desafios para refletir e propor intervenções para a redução de desigualdades no Brasil. A professora sugeriu a construção de plataformas digitais comuns, pois atualmente grandes pesquisas feitas com dinheiro público não têm um espaço comum que permita acesso livre: – “Afinal, bancos de dados viraram bens de bancários”, alfinetou Ligia.

Sobre a divulgação científica na Saúde Coletiva, Ligia sugeriu que as revistas da Abrasco poderiam divulgar os trabalhos premiados nos congressos da Associação. Ainda sobre os trabalhos submetidos aos congressos da Associação, Ligia salientou a importância de permitir a submissão de trabalhos em andamento, pois permitiria melhor debate de temas, durante os encontros abrasquiano: – “Muitas vezes os trabalhos apresentados nos congressos da Abrasco são trabalhos que já foram até publicados, o que, na minha opinião, não permite um debate com o público interessado”

Ao final da apresentação, Ligia chamou atenção para o cenário político no mundo e algumas novidades como a candidata mexicana indígena María de Jesús Patricio, candidata nahua do Conselho de Governo Indígena e que tem o apoio do Exército Zapatista de Libertação Nacional, conhecida como Marichuy: – “Prestem atenção nesta candidata independente às eleições presidenciais de 2018, ela já anunciou que não usará “nenhum peso” dos recursos públicos que a autoridade eleitoral fornece aos candidatos para sua campanha”, explicou Ligia.

Em relação ao recente estudo anunciado pelo Banco Mundial Um ajuste justo: análise da eficiência e equidade do gasto público no Brasil Ligia pediu: – Leiam as 3 páginas do Relatório que fala sobre saúde (sim, só 3 páginas) lá eles dizem que precisamos ter mais médicos, mas não é disso que se trata, não é verdade? O que nós precisamos é reduzir desigualdades, e o que estamos fazendo para a redução das desigualdades? Finalizo chamando atenção para a destruição da base técnica do SUS que está acontecendo debaixo das nossas barbas: nós formamos milhares, milhares de pessoas na saúde pública que não têm nenhuma autonomia para resistir a esta destruição e esse é um problema muito sério, não só de precarização do trabalho na saúde, mas um problema de formação, um problema de cidadania, um problema dos sujeitos sociais que estamos formando”.

Acesse aqui à apresentação de Ligia Bahia, em formato PDF.

Assista aqui ao vídeo com a participação de Ligia Bahia no encontro de Salvador.

À tarde, o professor Guilherme Werneck apresentou o sistema de avaliação da Pós-graduação no Brasil, feito pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – Capes. Os resultados foram publicados em 20 de setembro: – “Os objetivos da avaliação são contribuir para a garantia da qualidade da pós-graduação brasileira; retratar a situação destas pós-graduações;  contribuir para o desenvolvimento de cada programa e área em particular e oferecer subsídios para fundamentar decisões sobre as ações de fomento dos órgãos governamentais”, introduziu Werneck.  A Avaliação analisou os projetos político-pedagógicos, a inserção social e a produção científica docente e discente de 4.175 programas de pós-graduação (PPG) distribuídos em 49 áreas de conhecimento. Na área da Saúde Coletiva, foram avaliados 87 programas, sendo 51 acadêmicos (44 em avaliação e 7 em acompanhamento) e 36 profissionais (34 em avaliação e 2 em acompanhamento). Todos pontuaram a partir da nota 3, não havendo necessidade de descredenciamento de nenhum dos PPG em atividade atualmente. As notas ficaram assim distribuídas: 35 PPG obtiveram nota 3; 29 PPG computaram nota 4, e 13 PPG a nota 5. Foram 7 PPG com nota 6, e 3 programas com nota 7. A área concentra um percentual de 26% de seus programas que oferecem cursos de doutorado com notas 6 e 7, acima do percentual médio, considerando todas as áreas de conhecimento (21%). Dos 35 PPG ranqueados na nota 3, 14 deles iniciaram seu funcionamento a partir de 2014 e não tiveram tempo suficiente para um ciclo de avaliação completo tendo, portanto, mantido a nota obtida quando de sua abertura. O gráfico abaixo traz a distribuição das notas pelos tipos de programa: com mestrado acadêmico (ME) e doutorado (DO), só doutorado, só mestrado acadêmico, e só mestrado profissional (MP).

Acesse aqui à apresentação de Guilherme Werneck, em formato PDF.

O segundo dia da reunião do Fórum abordou a translação do conhecimento científico na pesquisa em Saúde Pública, através das abordagens de Maria do Carmo Leal – professora de Epidemiologia nos cursos de pós-graduação da Escola Nacional de Saúde Pública / Fiocruz; e ainda do professor Luis Eugenio Souza, do Instituto de Saúde Coletiva da UFBA, presidente da Abrasco na gestão 2012 – 2015 e atual coordenador do Comitê de Ciência e Tecnologia da Associação.

A translação do conhecimento consiste na troca e aplicação do conhecimento com vistas a potencializar os benefícios decorrentes de inovações para fortalecer sistemas de saúde e a melhoria da saúde das populações. O conceito refere-se ao entendimento de que não basta haver conhecimento novo ou sua divulgação, sendo necessário promover sua utilização, na prática.

Em sua apresentação, o professor Luis Eugenio trouxe o conceito de inovação como formulado por Joseph Schumpeter, uma mola propulsora da economia no sistema capitalista que dispara uma complexa relação entre produção e destruição. Eugenio falou ainda da relevância do conhecimento científico para o cuidado e a gestão de saúde, dos obstáculos à sua utilização e à inovação e questionou: – Como melhorar a utilização e a inovação? “Para responder a esta questão, falarei aqui sobre a revisão de conceitos chave relativos ao uso de conhecimento e à inovação e sobre a identificação de fatores intervenientes”, introduziu Eugenio.

Acesse aqui à apresentação de Luis Eugenio Souza, em formato PDF.

Assista aqui à íntegra da apresentação de Luis Eugemio Souza, em vídeo.

A abordagem de translação da pesquisadora Maria do Carmo Leal permeou a pesquisa Nascer no Brasil, por ela coordenada e que revelou um Brasil recordista mundial em cesarianas, e os índices são ainda mais alarmantes no setor privado, com 88% dos nascimentos. Maria do Carmo mostrou os aspectos metodológicos da amostra, a criação de um algoritmo para cálculo da idade gestacional e estimação da mortalidade materna; resultados sobre a assistência pré-natal; decisão sobre a via de parto; intervenções sobre as parturientes e recém-nascidos de risco habitual; tipo de parto nas adolescentes; entre outros. Através de um panorama do parto e nascimento no Brasil para a sociedade, a pesquisadora mostrou como se deu a sensibilização de profissionais, gestores, gestantes e seus familiares para a necessidade de mudanças no atual modelo de atenção obstétrica.

Acesse aqui à apresentação de Duca Leal, em formato PDF

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Por fim, a plenária final aprovou dois o pesquisador Sérgio William Viana Peixoto, coordenador do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da Fiocruz Minas, para compor a coordenação do Fórum, no lugar da pesquisadora da Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz, Silvana Granado – “ É, sem dúvida, um espaço de muito aprendizado, onde temos a oportunidade de conhecer o trabalho das várias instituições que atuam na área. E é também um lugar em que se discutem os rumos da área, o sistema de ensino, a inserção no mercado e o contexto político. O fórum também tem o papel importante de dialogar com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – Capes, propondo, por exemplo, indicadores para o sistema de avaliação”, explica Sérgio, que terá um mandato de três anos na coordenação do fórum, e que integrará o grupo formado atualmente pelo professor Adauto Emerich, da UFES, e pela professora Mônica Angelim, da UFBA.

Atualmente 78 programas compõem o Fórum da Abrasco, que reúne coordenadores dos Programas de Pós-Graduação em Saúde Coletiva do Brasil. O grupo se encontra duas vezes ao ano, o próximo encontro será em São Paulo, na segunda quinzena de maio.