5 comentários sobre “Fórum de Diálogos sobre epidemia de Zika e outras arboviroses

  1. Importante momento para divulgar por meio de folhetos que existem os conselhos de saúde e dando as datas e locais do Conselho local, distrital (para cada regiao) e municipal.
    Folhetos que podem ser entregues durante os casa-a-casa e serem elaborados pelo Conselho Municipal, como importante forma de atuação.
    Hoje a sociedade está mobilizada para a causa, SUS-dependentes ou não.
    Vamos convidar a população para participar das discussões e planejamentos!
    Fomentar a participação social (SUS dependente ou nao) nos conselhos… se não ocorrer por meio dessa epidemia, quando será?
    AbraSUS!

  2. Uma equipe de saúde da família,zoonoses bem capacitada é de extrema importância.Também um diagnóstico preciso,com distribuição de repelentes para pessoas com os sintomas,evitando assim que mosquitos saudáveis sejam infectados.Acredito eu que o investimento terá um resultado favorável no controle destas arboviroses.

  3. A atual epidemia de arboviroses que assola o território brasileiro tem exposto a fragilidade de nosso sistema de saúde e a ineficácia dos métodos de que dispomos para barrar os avanços da mesma.
    A despeito dos esforços empregados no combate ao vetor, as estatísticas comprovam a gravidade do quadro na disseminação das três doenças, com os consequentes agravos associados.
    A ausência de terapias específicas, bem como de vacinas eficazmente testadas até o presente momento, tornam o manejo clínico e a prevenção bastante limitados, quase que exclusivamente direcionados à redução dos agravos e impactos de morbidade sobre a população.
    A consequência tem sido o pesado ônus sobre o sistema público e privado de saúde, com reflexos inequívocos sobre a economia.
    Diante desse contexto, a busca por outras abordagens e respostas torna-se imperiosa, convocando-nos a abertura para o convívio e utilização de outras racionalidades médicas.
    Esse diálogo interdisciplinar, alargando as fronteiras das abordagens tradicionais, é um clamor que já não pode mais ser ignorado pelos meios científicos e instituições governamentais e não governamentais.
    Nesse contexto, apresenta-se a homeopatia, reconhecida como especialidade médica pelo CFM desde 1980 e inserida no conjunto das racionalidades médicas adotadas oficialmente pelo SUS, contando com inúmeros profissionais qualificados em diversas prefeituras espalhadas pelo território nacional.
    É notória a experiência da homeopatia no tratamento e prevenção de doenças agudas epidêmicas, com inúmeros e valiosos relatos ao longo de mais de 200 anos.
    Existem vários estudos que sinalizam para eficácia da atuação homeopática em epidemias. As experiências de alguns grupos com a utilização da homeoprofilaxia e tratamento homeopático tem corroborado essas evidências.
    Com a dengue, a nossa equipe de médicos homeopatas do PRHOAMA (Programa de Homeopatia Acupuntura e Medicina Antroposófica) do SUS de Belo Horizonte tem tido a grata experiência de obter excelentes resultados, tanto com a profilaxia quanto com o tratamento de pacientes acometidos por essa enfermidade.
    Tal fato torna ainda mais premente a necessidade de se retomar o diálogo e abrir novamente o espaço para a possibilidade de utilizar essa ferramenta terapêutica , no manejo de pacientes acometidos de Dengue, Chikungunya e Zika, bem como na profilaxia de Dengue, para a qual a homeopatia é sabidamente eficaz, conforme atestam estudos e nossa experiência clínica.
    Estamos, inclusive, abertos a realização de pesquisas que corroborem essas afirmações, contemplando, assim, as exigências dos meios científicos para tornar seu uso aceitável e disseminado institucionalmente.
    Em reconhecimento a importância da ABRASCO, de seu papel e contribuição às medidas e intervenções para a promoção da saúde pública, nos colocamos nesse espaço, na esperança de sensibilizar e dinamizar a discussão do assunto, aguardando frutos que beneficiem a nossa população tão carente e sofrida.
    Para maiores informações, recomendamos, inicialmente, a consulta a publicações no site: http://www.pbh.gov.br->secretarias->saúde->programas->PRHOAMA.