Publicações sobre PROMOÇÃO DA SAÚDE

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REVISTA CIÊNCIA & SAÚDE COLETIVAA

 

Neste mês de maio o tema é Vigilância em Saúde: experiências e perspectivas

 

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Participe do 2° Seminário Preparatório para o ABRASCÃO na cidade de São Paulo

03/07/2012 17:09

A ABRASCO convida para o 2° Seminário Preparatório do 10° Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva com o tema “Modelos Alternativos de Desenvolvimento Econômico e Social para o Brasil”. O evento acontecerá no dia 28 de junho, das 9h às 17h, na Faculdade de Saúde Pública da USP, na Avenida Dr. Arnaldo 715, no bairro Cerqueira Campos, na cidade de São Paulo- SP.  Assista os vídeos do 1° Seminário Preparatório que ocorreu na cidade do Rio de Janeiro, na TV ABRASCO.

A ABRASCO transmitirá ao vivo a mesa de debates, acompanhe pelo nosso site!

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A ABRASCO transmitirá ao VIVO o 2°Seminário Preparatório para o ABRASCÃO

03/07/2012 17:07

Acompanhe ao vivo pelo nosso site a transmissão do 2° Seminário Seminário Preparatório para o 10° Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva com o tema "Modelos Alternativos de Desenvolvimento Econômico e Social para o Brasil" que acontecerá amanhã dia 28 de junho na Faculdade de Saúde Pública da USP, localizada na Av. Dr. Arnaldo 715, no bairro Cerqueira Campos, na cidade de São Paulo.

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ATENÇÃO: encerramento de inscrição de trabalhos para o ABRASCÃO vai até segunda-feira (2 de julho) e a data não será prorrogada

03/07/2012 17:05

Devido ao grande número de ligações de pedidos de inscrição de trabalhos, a Comissão Científica prorrogou até  segunda-feira dia 02 de julho as inscrições para o 10° Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, e não haverá mais prorrogação da data. O congresso  será realizado de 14 a 18 de novembro de 2012, em Porto Alegre (RS), e terá como tema central “Saúde é Desenvolvimento: Ciência para a cidadania”. Nesta oportunidade parte das Comunicações Coordenadas está destinada exclusivamente para a ABRASCO Jovem, facilitando a divulgação da produção científica e o intercâmbio de alunos dos Cursos de Graduação e Pós-Graduação em Saúde Coletiva. Para saber mais sobre as inscrições e instruções para o envio de trabalhos acesse o site www.saudecoletiva2012.com.br. Inscreva já o seu trabalho.

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ABRASCO lan?a primeira parte do dossi? que alerta sobre o impacto dos agrot?xicos na sa?de dos brasileiros

21/06/2012 13:26

A ABRASCO, através do seu grupo Diálogos e Convergências, coletivo composto por representantes de vários grupos temáticos da Associação, lançou ontem um dossiê sobre o impactos dos agrotóxicos na saúde dos brasileiros, versão em inglês disponível aqui. O documento, lançado no Congresso Mundial de Alimentação e Nutrição em Saúde Pública (WNRio 2012), tem como objetivo sensibilizar, por meio de evidências científicas, as autoridades públicas nacionais e internacionais para a construção de políticas públicas que posam proteger e promover a saúde humana e dos ecossistemas impactados por esses produtos químicos.

"O dossiê é um alerta da Associação Brasileira de Saúde Coletiva à sociedade e ao Estado brasileiro. Registra e difunde a preocupação de pesquisadores, professores e profissionais com a escalada ascendente de uso de agrotóxicos no país e a contaminação do ambiente e das pessoas dela resultante, com severos impactos sobre a saúde pública", afirma Luiz Augusto Facchini, presidente da ABRASCO. Segundo Facchini, a identificação de numerosos estudos que comprovam os graves e diversos danos à saúde provocados pelos agrotóxicos impulsiona esta iniciativa. "Constatar a amplitude da população à qual o risco é imposto mostra a sua relevância: trabalhadores das fábricas de agrotóxicos, da agricultura, da saúde pública, a população do entorno das fábricas e das áreas agrícolas, além dos consumidores de alimentos contaminados, toda a população em fim, como evidenciam os dados oficiais", ressalta Facchini. Além dos efeitos imediatos, como intoxicação e morte, os efeitos crônicos podem ocorrer meses, anos ou até décadas após a exposição, manifestando-se em várias doenças como cânceres, malformação congênita, distúrbios endócrinos, neurológicos e mentais.

"Nos últimos três anos o Brasil vem ocupando o lugar de maior consumidor de agrotóxicos no mundo. Os impactos à saúde pública são amplos porque atingem vastos territórios e envolvem diferentes grupos populacionais. Tais impactos são associados ao nosso atual modelo de desenvolvimento, voltado prioritariamente para a produção de bens primários para exportação", afirmou Fernando Carneiro, do GT Saúde e Ambiente da ABRASCO, que coordenou a elaboração do documento.

Segundo dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Observatório da Industria dos Agrotóxicos da UFPR, divulgados durante o 2º Seminário sobre Mercado de Agrotóxicos e Regulação, realizado em Brasília (DF), em abril de 2012, enquanto, nos últimos dez anos, o mercado mundial de agrotóxicos cresceu 93%, o mercado brasileiro cresceu 190%. Em 2008, o Brasil ultrapassou os Estados Unidos e assumiu o posto de maior mercado mundial de agrotóxicos. O resultado dessa crescente dependência dos agrotóxicos e fertilizantes químicos é que um terço dos alimentos consumidos cotidianamente pelos brasileiros está contaminado, segundo análise de amostras coletadas em todas as 26 Unidades Federadas do Brasil, realizadas pelo Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (PARA) da ANVISA (2011).

A segunda parte do dossiê, que terá como tema "Agrotóxicos, Saúde e Sustentabilidade", será lançada durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio +20) - Cúpula dos Povos, durante a Rio +20 por Justiça Social e Ambiental, de 20 a 22 de junho.

O dossiê sobre o impacto dos agrotóxicos na saúde dos brasileiros é um documento aberto, em constante construção. Participe através do Fórum aberto no nosso site contribuindo com textos teóricos, metodológicos, resultados de estudos, evidências de impactos, desafios e propostas!

Confira o vídeo com em que o presidente da ABRASCO, Luiz Augusto Facchini, e Fernando Carneiro, coordenador do dossiê, falam sobre a elaboração do documento e seus objetivos. Clique aqui.

 

 

Clique no link a seguir e assista "o veneno está na mesa", de Silvio Tendler, documentário que ilustra muitas das questões abordadas no dossiê.
 

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“Agrotóxico e agronegócio matam” foram destaque no lançamento da segunda parte do dossiê na Rio +20

19/06/2012 21:23

Dois temas foram destaque no lançamento da segunda parte do dossiê que teve como tema “Agrotóxicos, Saúde e Sustentabilidade” no debate na Cúpula dos Povos durante a Rio+20: o agronegócio e a agroecologia. O agronegócio foi citado como um modelo de agricultura política incapaz de suprir as necessidades da sociedade e do meio ambiente. Fernando Carneiro, integrante do GT Saúde e Ambiente da ABRASCO e coordenador da equipe que trabalha desenvolvendo o dossiê, destaca que o documento é um manifesto contra a hegemonia do agronegócio criou no Brasil. "Hoje o agronegócio é uma hegemonia plena: no executivo, considerando o crédito que tem a agricultura familiar; no legislativo, vide o que a bancada ruralista fez com o código florestal; no judiciário, onde não se investigam as mortes que o agronegócio causa; na mídia, pois raramente este tipo de crítica aparece na mídia, e;  na ciência, já que os pesquisadores acreditam que pessoas contrárias ao modelo do agronegócio estão fazendo política e não ciência”, explicou.

Lia Giraldo Silva, pesquisadora do Departamento de Saúde Coletiva da Fiocruz Pernambuco e autora do dossiê, afirmou que a publicação aponta para temas interpolíticos. "Existe uma série de lacunas que a gente já identificou. Nesta segunda parte do dossiê nós trazemos pontos relacionados às políticas e às campanhas de mobilização social, porque este documento foi produzido por muitas mãos. Contamos não apenas com a contribuição de pesquisadores do campo da saúde coletiva, mas da agricultura e de representantes de movimentos sociais engajados nesse processo”, destacou.

 “Os agrotóxicos não são mais um conjunto de problemas dos trabalhadores do campo e sim um problema da sociedade, pois são um dos pilares do modelo atual do agronegócio”, afirmou o agricultor Cleber Folgado, ressaltando que o desafio desse conjunto de pessoas e organizações que participam da Campanha contra os Agrotóxicos é somar. “Ao somar forças nos tornamos mais fortes e aos poucos podemos dar passos para mudar o modelo atual de agricultura. Podemos construir um modelo novo, que tenha uma lógica de produção de qualidade, para aumentar a qualidade vida das pessoas e dos trabalhadores.

Para Flávia Londres, autora de “Agrotóxicos no Brasil: um guia para ação em defesa da vida”, livro lançado durante o evento, "o agronegócio não é capaz de alimentar a sociedade e o modelo utilizado atualmente não funciona, pois está gerando exclusão e pobreza, além de esgotar e contaminar os recursos naturais”. Para explicar os problemas que este tipo de agricultura causa não só no Brasil, mas em outros países, a engenheira agrônoma Cláudia Gerônimo, representante dos “Amigos da Terra” da Guatemala, apontou os benefícios para a saúde do homem e do meio ambiente que uma nova agricultura baseada em princípios sustentáveis pode trazer. “Nós devemos pensar em novas formas de produção. Novas para nós que nos educamos com um sistema totalmente químico. Devemos entender a terra, entender a natureza, colocar os conhecimentos em prática, ter novas formas de produção de acordo com nossas necessidades que sejam sustentáveis, livres de produtos químicos e de contaminação”, enfatizou.

Os pesquisadores apontaram para três questões que serão foco da luta na “Campanha Contra os Agrotóxicos”: a proibição da pulverização com agrotóxicos, o fim da isenção fiscal para esses produtos e massificação do debate na sociedade. A principal conclusão do encontro foi que a agroecologia é a proposta de agricultura para o futuro. Para saber mais sobre a Campanha contra os agrotóxicos, acesse o site www.contraosagrotoxicos.org.

 

Durante o evento, realizado no âmbito da Cúpula dos Povos, a ABRASCO lançou a edição de junho da Revista Ciência & Saúde Coletiva, com o tema "Rio+20 e Saúde: que sustentabilidade queremos? (linkar o pdf com o release e conteúdo da revista), abordando os temas ambientais que afetam a saúde.

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A ABRASCO comemora a patente da primeira vacina contra a Esquistossomose produzida pela Fiocruz

15/06/2012 14:28

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) anunciou nesta, terça-feira dia 12 de junho, a criação e a patente da primeira vacina contra a Esquistossomose. “A ABRASCO saúda a Fiocruz e comemora a patente da primeira vacina mundial contra a Esquistossomose. O sucesso da Fiocruz evidência a excelência científica e o compromisso social da instituição, sendo motivo de orgulho da saúde coletiva brasileira. Este feito destaca internacionalmente nosso país no enfrentamento de doenças negligenciadas que afetam milhões de pessoas em todo mundo. Parabéns aos pesquisadores e colegas da Fiocruz”, celebra o presidente da ABRASCO, Luiz Augusto Facchini. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a doença afeta 200 milhões de pessoas no mundo, sendo 2,5 milhões só no Brasil, e se alastra em países mais pobres.

A esquistossomose, também conhecida popularmente no Brasil com o nome de Barriga D’agua ou Xistose, é causada por um platelminto conhecido como Schistosoma Mansoni. A doença  apresenta duas fases, uma aguda e outra crônica. Na fase aguda, podem ocorrer manifestações clínicas como: febre, tosse, diarréia, enjoos, vômitos, emagrecimento, coceiras e dermatites. Na segunda fase, conhecida como crônica, as manifestações são geralmente assintomáticas, podendo ocorrer diarréia, e a evolução grave do quadro com o aumento do fígado (hepatomegalia), cirrose, aumento do baço, rompimento de veias do esôfago e ascite (dilatação e proeminência do abdômen). As medidas preventivas como a educação sanitária, o saneamento básico (redes de esgoto), o controle dos caramujos e a informação correta sobre o modo de transmissão da doença ainda são é a melhor maneira de combater a doença.

A vacina foi produzida a partir de um antígeno, a proteína Sm 14, obtida do Schistosoma Mansoni. A proteína-base da vacina foi escolhida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como um dos seis antígenos mais promissores no combate à doença. O teste em voluntários teve início em maio de 2011, logo após a aprovação do protocolo clínico de pesquisa pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e foi conduzido pela equipe do Instituto de Pesquisa Evandro Chagas (Ipec/Fiocruz). O projeto, que acaba de finalizar os testes em humanos obteve resultados que garantem que a vacina seja segura e capaz de produzir proteção para a doença. Ainda não há informações de quando a dose estará disponível no mercado brasileiro.

"Foto: Fiocruz".

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Saúde, desenvolvimento social e SUS pautaram os debates no 1° Seminário Preparatório para o ABRASCÃO

13/06/2012 14:03

O primeiro seminário preparatório para o Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva (ABRASCÃO 2012), que teve como tema "O Brasil no século XXI", foi realizado no dia 06 de junho, no Colégio Brasileiro de Altos Estudos da Universidade Federal do Rio de Janeiro. A mesa de abertura contou com a presença de Lígia Bahia (vice-presidente da ABRASCO e coordenadora da Comissão Científica do Congresso) e de Ana Costa (Presidenta do Centro Brasileiro de Estudos de Saúde - Cebes). Durante sua fala Lígia Bahia ressaltou a importância desse ciclo de quatros seminários para fortalecimento dos debates sobre questões e propostas para o desenvolvimento econômico e social na saúde do país. Ana Costa, por sua vez, enfatizou que “os seminários serão importantíssimos para que possamos repautar temas como a relação entre o público e o privado”. Também esteve presente no evento representando a diretoria da Associação o vice-presidente Luis Eugenio Portela.

O evento contou com a presença do sociólogo e pesquisador da PUC, Luiz Werneck Viana, que discorreu sobre o tema “Rupturas e permanências no padrão de desenvolvimento social”. Em sua intervenção Werneck refletiu sobre as transformações sociais ao longo dos acontecimentos políticos no país e as consequências dessas transformações no mundo de hoje, os interesses no desenvolvimento nacional, questões agrárias e o surgimento do SUS. Para Werneck o “Desenvolvimento, nessa chave, é dar livre expressão às forças desenvolvimentistas materiais, renegando a sociedade como futura resolução dos problemas sociais, como se a modernização fosse capaz por si só de induzir o moderno, o social e a política. Sou crítico em relação a isto, esse desenvolvimento não deveria nas portas do mundo agrário. As lutas pela autonomia popular deveriam ser incorporadas”.

Na parte da tarde, os debates foram conduzidos pelos pesquisadores Gastão Wagner (Professor Titular do departamento de Medicina Preventiva e Social da UNICAMP) e Aloísio Teixeira (ex-reitor da UFRJ) que debateram sobre o tema “Os padrões de desenvolvimento social e as políticas de saúde”.

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Rio+20 e Saúde: que sustentabilidade queremos?

12/06/2012 15:42

No dia 16 de junho de 2012, a Abrasco estará lançando no âmbito da Cúpula dos Povos - que faz parte da contribuição da sociedade civil na Conferência das Nações Unidas Sobre Sustentabilidade (Rio+20) - a revista 17.6 que trata dos temas ambientais que afetam a saúde. Passados 20 anos da Conferência Rio-92 ou Cúpula da Terra, o Brasil é novamente anfitrião de um dos mais importantes encontros internacionais em busca do tão propalado “desenvolvimento sustentável”. Na Rio-92, importantes negociações ocorreram visando a proteger os ecossistemas - Convenção sobre o Clima, sobre a Desertificação e sobre a Biodiversidade. Também foi instituída a Agenda 21 que teve como escopo envolver na prática a sociedade e o estado na solução das questões ambientais, desde o âmbito local até o nacional. A Rio + 20 tem como foco central a chamada economia verde, ou seja, com baixa emissão de carbono e a institucionalização de instâncias internacionais para tratar da questão. A saúde pública/saúde coletiva que esteve presente e com força na Rio-92, na atual conferência nem é mencionada, embora os problemas que interligam saúde e ambiente não param de crescer. Este número temático trata de vários temas que estreitam os nós entre saúde e ambiente e estão listados a seguir.
 

Editorial
 

· Rio +20: (In)Sustentabilidade e Saúde Coletiva
Miranda, Ary Carvalho de; Gouveia, Nelson
Debate - Análise dos impactos sociais e à saúde de grandes empreendimentos hidrelétricos: lições para uma grande gestão energética sustentável- Queiroz, Adriana Renata Sathler de; Motta-Veiga, Marcelo
Debatedores
· Sobre o Licenciamento Ambiental no Brasil, país – potência emergente - Tambellini, Anamaria Testa
· Questões socioambientais relativas à gestão energética sustentável e de saúde - Netto, Guilherme Franco
Artigos

· A agenda da sustentabilidade global e sua pauta oficial: uma análise crítica na perspectiva da Saúde Coletiva - Schütz,
Gabriel Eduardo; Tambellini, Anamaria Testa; Asmus, Carmen Ildes Rodrigues Fróes;Meyer, Armando; Câmara, Volney de Magalhães
 
· Saúde ambiental e desigualdades: construindo indicadores para o desenvolvimento sustentável - Carneiro, Fernando Ferreira; Netto, Guilherme Franco; Corlavan, Carlos; Freitas, Carlos Machado de; Sales, Luiz Belino Ferreira
· Global environmental health and sustainable development: the role at Rio +20 - Furie, Gregg Lawrence; Balbus, John
· Abordagens ecossistêmica e comunicativa na implantação de Agendas territorializadas de desenvolvimento sustentável e promoção da saúde - Gallo, Edmundo; Setti, Andréia Faraoni Freitas
· Gestão ambiental e democracia: análise crítica, cenários e desafios - Porto, Marcelo Firpo de Souza; Schütz, Gabriel Eduardo
· Saúde e economia verde: desafios para o desenvolvimento sustentável e erradicação da pobreza - Gallo, Edmundo; Setti, Andréia Faraoni Freitas; Magalhães, Daniely de Paiva; Machado, Jorge Mesquita Huet; Buss, Daniel Forsin; Netto, Francisco de Abreu Franco; Buss, Paulo Marchiori
· Governança ambiental e economia verde - Jacobi, Pedro Roberto; Sinisgalli, Paulo Antonio de Almeida
· Governança em saúde e ambiente para o desenvolvimento sustentável - Buss, Paulo Marchiori; Machado, Jorge mesquita Huet; Gallo, Edmundo; Magalhães, Danielly de Paiva; Setti, Andréia Faraoni Freitas; Netto, Francisco de Abreu Franco; Buss, Daniel Forsin
· Riscos, saúde, e justiça ambiental: o protagonismo das populações atingidas na produção de conhecimento - Porto, Marcelo Firpo; Finamore, Renan
· Resíduos sólidos urbanos: impactos socioambientais e perspectiva de manejo sustentável com inclusão social - Gouveia, Nelson
· O contexto global e nacional frente aos desafios do acesso adequado à água para consumo humano - Augusto, Lia Giraldo da Silva; Gurgel, Idê Gomes Dantas; Câmara Neto, Henrique Fernandes; Melo, Carlos Henrique de; Costa, André Monteiro
· As queimadas na região amazônica e o adoecimento respiratório - Gonçalves, Karen dos Santos; Castro, Hermano Albuquerque de; Hacon, Sandra de Souza
· O verde da economia no campo: desafios à pesquisa e às políticas públicas para a promoção da saúde no avanço da modernização agrícola - Rigotto, Raquel Maria; Carneiro, Fernando Ferreira; Marinho, Alice Maria Correia Pequeno; Rocha, Mayara Melo; Ferreira, Marcelo José Monteiro; Pessoa, Vanira Matos; Teixeira, Ana Cláudia de Araújo; Silva, Maria de Lourdes Vicente da; Braga, Lara de Queiroz Viana; Teixeira, Maiana Maia
· Utilização do modelo FPEEA (OMS) para a análise dos riscos relacionados ao uso de agrotóxicos em atividades agrícolas do estado do Rio de Janeiro - Araújo-Pinto, Mariana de; Peres, Frederico; Moreira, Josino Costa
· Contaminação de águas superficiais e de chuva por agrotóxicos em uma região do estado do Mato Grosso - Moreira, Josino Costa; Peres, Frederico; Simões, Ana Cristina; Pignati, Wanderlei Antonio; Dores, Eliane de Carvalho; Vieira, Sandro Nunes; Strüssmann, Christine; Mott, Tami
 
· Variáveis climáticas, condições de vida e de chuva e saúde da população: a leptospirose no Município do Rio de Janeiro de 1996 a 2009 - Oliveira, Teresa Vieira dos Santos de; Marinho, Diana Pinheiro; Costa Neto, Cristina; Kligerman, Débora Cynamon
· Vulnerabilidade socioambiental, redução de riscos de desastres e construção da resiliência – lições do terremoto
Freitas, Carlos Machado de; Carvalho, Mauren Lopes de; Ximenes, Elisa Francioli; Arraes, Eduardo Fonseca; Gomes, José Orlando
Revisão
· Health, environment and working conditions in tobacco cultivation: a review of the literature - Riquinho, Deise Lisboa; Hennington, Elida Azevedo;
· Enchentes e saúde pública – uma questão na literatura científica recente das causas, conseqüências e respostas para prevenção e mitigação - Freitas, Carlos Machado de; Ximenes, Elisa Francioli
· Pedalando em busca de alternativas saudáveis e sustentáveis - Carvalho, Mauren Lopes de; Freitas, Carlos Machado de
Temas Livres
· Profile of Brazilian scientific production on A/H1N1 pandemic influenza
Luchs, Adriana
· Capacidade para o trabalho e qualidade de vida de trabalhadores industriais -
Costa, Carolina Souza Neves da; Freitas, Elizabeth Garcia de Freitas; Mendonça; Lorena Cristina de Souza; Alem, Michele Elizabeth Rubio; Coury, Helenice Jane Cote Gil
· A importância da abordagem contextual no ensino de biossegurança - Pereira, Maria Eveline de Castro; Silva, Pedro César Teixeira; Costa, Marco Antonio Ferreira da; Jurberg, Claudia; Borba, Cintia de Moraes
· Atividade in vitro de extratos brutos de duas espécies vegetais do cerrado sobre leveduras do gênero Candida - Silva, Sônia Maria Ferreira Queiroz e; Pinheiro, Sandra Maria Botelho; Queiroz, Maria Vilian Ferreira; Pranchevicius, Maria Cristina; Castro, José Gerley Díaz; Perim, Michele Cezimbra; Carreiro, Solange Cristin.
Resenha
Bonita R, Beaglehole R, Kjellstrom T. Epidemiologia Básica. 2ª Ed. São Paulo: Grupo Editorial Nacional; 2010. Resenhado por Brito, Monique Araújo de

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Participe dos seminários preparatórios para o ABRASCÃO 2012!

11/06/2012 20:14

A ABRASCO está organizando um ciclo de seminários preparatórios para o 10° Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva. Os eventos foram estruturados seguindo um termo de referência com o objetivo de debater o desenvolvimento econômico e social, considerando suas interfaces com a saúde, para subsidiar as atividades do ABRASCÃO 2012. O primeiro encontro, que terá como tema "O Brasil no Século XXI", será realizado no Centro de Altos Estudos da Universidade Federal do Rio de Janeiro, das 9h às 18h, no próximo dia 06 de junho. Nesta oportunidade as duas mesas de debate do seminário terão como temas "Rupturas e permanências no padrão de desenvolvimento social" e "os padrões de desenvolvimento social e as políticas de saúde". Em breve serão encaminhados mais detalhes da programação. A entrada é livre, participe! 
 
Os próximos seminários terão como temas: Modelos Alternativos de Desenvolvimento Econômico e Social para o Brasil (28 de junho, na Faculdade de Saúde Pública da USP); Desenvolvimento e Proteção Social: Padrões e Tendências (26 de julho, Faculdade de Medicina da UFRGS) e; Inovação, Desenvolvimento e Política Industrial e o Complexo Industrial da Saúde (29 de agosto, no Instituto de Saúde Coletiva da UFBA). 
 
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ABRASCO participa do Seminário Saúde, Cidadania e Desenvolvimento

28/05/2012 14:49

“A idéia deste seminário é mostrar que saúde não é só uma questão de gastos, mas de investimento e de possibilidades de desenvolvimento científico, tecnológico e industrial para o país", afirmou Amélia Cohn, na mesa de abertura do Seminário Saúde, Cidadania e Desenvolvimento. A solenidade, realizada no dia 23 de maio, contou também com a participação do presidente da ABRASCO, Luiz Augusto Facchini, do presidente do BNDES, Luciano Coutinho e da diretora do Centro Internacional Celso Furtado, Rosa Freire D’Aguiar Furtado. O seminário contou com cinco mesas de debate que reuniram especialistas e pesquisadores nacionais e internacionais da área da saúde durante dois dias.  

Para o presidente da ABRASCO, “o Brasil é um país grande e rico, sendo a 6° economia mais rica do planeta, mas temos ainda indicadores de saúde e educação que nos envergonham, somo 60° lugar atrás de muitos países mais pobres e menores que o Brasil e, portanto, investir na cidadania, no desenvolvimento e na saúde não é um esforço pequeno. É uma tarefa muito expressiva no sentido de resgatar a dignidade de milhões de brasileiros que precisam ser considerados também cidadãos da mesma categoria daqueles que tem acesso as melhores condições de vida, planos de saúde, de todas as benesses da nossa sociedade”.

A primeira mesa de debates, coordenada pelo presidente da ABRASCO, teve como tema “Doenças Negligenciadas, Novo Perfil Epidemiológicos e Desenvolvimento do Brasil”, e contou com a participação de Carlos Morel (Fiocruz), Maurício Barreto (UFBA) e Marcos Montoni Caseiro (UniSantos).  As doenças Negligenciadas, também conhecidas como doenças tropicais, não recebem recursos suficientes e doenças perpetuadoras de pobreza. Os pesquisadores colocaram temas em questão como: qualidade de vida, saúde do idoso, desenvolvimento social, transição social. Foram relatadas questões de causas de crescimento e controle de doenças negligenciadas que mais se destacam, como por exemplo, a Dengue e a Leishmaniose e Doenças de Chagas e propostas para a melhoria em pesquisas de medicamentos, vacinas e diminuição da taxa de crescimento dessas doenças em detrimento do desenvolvimento nacional.

Como alternativas para essas questões, os pesquisadores citaram propostas ligadas ao investimento do governo em pesquisas e programas sociais para a saúde (SUS), estímulos a pesquisas e desenvolvimento de medicamentos e vacinas, como transformações importantes para a melhoria na saúde social.

O segundo dia do Seminário Saúde, Desenvolvimento e Cidadania abriu a sessão debates do dia 24 de maio, com a mesa que teve como tema "Mercado da Saúde e o Desenvolvimento no Brasil". Coordenada por Rosa Freire D’Aguiar Furtado, diretora do Centro Internacional Celso Furtado, teve como participantes a vice-presidente da ABRASCO e professora de economia da saúde no Instituto de Estudos em Saúde Coletiva (IESC/UFRJ), Lígia Bahia, e Ignácio José Godinho Rangel (UFJF). 

A vice-presidente da ABRASCO comentou sobre “O Mercado da Saúde e o Desenvolvimento do Brasil”, expondo questões sobre os gastos do Brasil com a saúde, Planos de Saúde, trajetória de importantes Planos de saúde como Amil, Medial, Tempo e Grupo D’Or, relatando os problemas que são causados por fusões e compras desses planos. Também mostrou a realidade nacional em relação ao barateamento dos planos, também chamados de “Planos Flexíveis”, citando os conflitos existentes entre o sistema público e os hospitais privados. Para a pesquisadora Lígia Bahia “deveria haver um investimento maior na área de saúde, pois o Brasil apesar de ser considerado um país em desenvolvimento econômico, ainda não possui um sistema de saúde público qualificado”.

Sobre o tema “Bem Estar Social, Saúde e Indústria Farmacêutica: notas para uma análise comparativa entre Brasil, Argentina e Inglaterra”, o pesquisador Ignácio José Godinho Rangel mostrou através de uma pesquisa realizada nos países Brasil, Argentina e Inglaterra relacionando a trajetória do desenvolvimento dos países em relação a política, indústria farmacêutica e sistemas de saúde. Para o pesquisador como resultado de seus estudos “pode identificar que existe uma forte inter rede de penetração das ações em saúde com políticas industriais no Brasil e na Inglaterra, e não há na Argentina, considerando esta situação devido a baixa coordenação do sistema”. Relatando que pode-se considerar como baixo o desenvolvimento da indústria farmacêutica na Argentina, Médio no Brasil e alta na Inglaterra.

Coordenada por Lígia Bahia, a terceira mesa do encontro teve como tema  “Investimentos Públicos na Saúde e o Desenvolvimento no Brasil” e contou com a participação de José Carvalho de Noronha (Fiocruz), Jorge Abrahão de Castro (IPEA) e Sulamis Dain (UERJ). Os pesquisadores abordaram temas como: “Financiamento Público em Saúde, Dilema para o Futuro”,“Investimento em Saúde e Desenvolvimento : Relações entre Crescimento Econômico e Bem Estar” e “Saúde e Desenvolvimento no Brasil”.

Na parte da tarde também ocorreu a IV Mesa de debates com o tema “Direitos Sanitário, Desenvolvimento e Democracia no Brasil. Coordenada pelo diretor da ENSP/Fiocruz, Antônio Ivo de Carvalho, o debate contou com a participação de Sueli Gondolfi Dallari (FSP/ USP), Calixto Salomão (FADUSP) e Alessandro Octaviani (FADUSP). Para encerrar o seminário a Mesa V com o tema “Reformas da Saúde e Desenvolvimento da América Latina: desafios para a articulação entre saúde e desenvolvimento, coordenado por Maria Lúcia Teixeira Wernec Vianna (UFRJ), com a presença de Asa Cristina Laurel (UAMX/ México), Carolina Telelboin (UAMX/ México) e Amélia Cohn (professora aposentada da USP).

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Congresso de Ciências Sociais e Humanas em Saúde 2013 será no Rio de Janeiro!

25/05/2012 15:58

A primeira reunião da Coordenação da Comissão de Ciências Sociais e Humanas em Saúde da ABRASCO realizou a primeira reunião para organizar o VI Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas em Saúde no último dia 17 de maio, nas dependências do Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). O encontro contou com a presença de Leny Trad (ISC/UFBA), Roseni Pinheiro (IMS/UERJ), Maria Helena Mendonça (ENSP/FIOCRUZ), Kenneth Camargo, vice-presidente da ABRASCO (IMS/UERJ) e Carlos Silva, secretário executivo da Associação.

A proposta de desenho do evento partiu da recuperação da memória do Congresso anterior, em particular, da bem sucedida metodologia de formar grupos de trabalho temáticos para o recebimento de propostas e elaboração da sua programação e da retomada do tema pensado preliminarmente como: “Circulação e diálogos: saberes e práticas em saúde coletiva”. Preliminarmente, foram assinaladas também questões como a construção de um calendário de datas e atividades da Comissão até o evento, a constituição de uma Secretaria Executiva local com base na Universidade, criação da Comissão Local do Congresso, entre tantas outras de logística e infra-estrutura.

O grupo teve ainda a oportunidade de ser recebido pelo Magnífico Reitor da UERJ, Prof. Ricardo Castro, que além de bastante receptivo, abalizou a realização do Congresso na UERJ e resgatou a experiência anterior da universidade que em parceria com a ABRASCO realizou em suas dependências, o World Nutrition 2012, em abril passado. A conversa contribuiu para que o grupo assinalasse a importância desses eventos no espaço acadêmico e o Reitor Ricardo Castro deu ênfase ao retorno da ABRASCO à casa, depois de ter realizado seu 1º Congresso na UERJ há mais de 30 anos. Assim, ele fez várias sugestões incluindo a proposta de resgate de memória das realizações da ABRASCO sugerindo uma exposição na galeria da UERJ durante o VI Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas em Saúde.

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Moção do World Nutrition Rio 2012 repudia a exposição `Emagrece, Brasil!´ na sede da Anvisa

24/05/2012 14:00

Participantes do Congresso World Nutrition Rio 2012,  apoiados pelo GT Alimentação e Nutrição em Saúde Coletiva da ABRASCO, manifestaram publicamente através de uma moção seu repúdio à exposição sobre a campanha “Emagrece, Brasil!” na sede da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No documento, elaborado pelos participantes do Grupo de Trabalho sobre Conflito de Interesses que participaram do World Nutrition, os signatários afirmam que ao abrir suas portas para esta exposição e incluir na programação da I Semana de Vigilância Sanitária no Congresso Nacional, campanha cujo patrocínio exclusivo é de uma das maiores empresas de refrigerantes do mundo, a Anvisa adota práticas há muito tempo condenadas na área da saúde evidenciando um flagrante conflito de interesses e descaso com os movimentos da sociedade civil alinhados à ética e à equidade da ação regulatória estatal no campo da alimentação e nutrição.
 
"A moção  tenta evidenciar dois aspectos. O primeiro, do ponto de vista da alimentação e nutrição em si, é o tipo de dieta que a campanha promove. A denominada dieta dos pontos, que promete cardápio livre desde que respeitado o limite de consumo de calorias diário, não obedece a nenhum parâmetro técnico ou referencial teórico da alimentação e nutrição para promover o emagrecimento saudável. A segundo aspecto é que a proposta está contra as diretrizes da alimentação saudável que o próprio Ministério estabeleceu e que foram politicamente pactuadas em vários fóruns", afirmou Anelise Rizzolo, coordenadora do GT de Alimentação e Nutrição da ABRASCO.

Segundo a pesquisadora, em relação ao refrigerante (original e diet) podemos destacar que os efeitos do consumo desta bebida sobre a saúde humana e, em particular, sobre o risco de obesidade, hipertensão e oesteoporose são preocupantes.  O alerta já foi feito pelo próprio Ministério da Saúde no "Guia Alimentar para a População Brasileira - Promovendo a Alimentação Saudável", editado pela Coordenação da Política de Alimentação e Nutrição da Secretaria de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde (SAS/MS) em 2005. O documento cita, entre outras informações, que as crianças e jovens vêm substituindo o consumo de leite por refrigerantes, tendência que repercute negativamente no desenvolvimento do sistema ósseo. A seriedade da situação é enfatizada ao citar os dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares 2002-2003, que mostram um aumento de 400% no consumo de refrigerantes em relação à década de 70. Neste contexto, destacam-se ainda agressivas e abusivas estratégias de marketing utilizadas por empresas produtoras de refrigerantes, incluindo aquela que, ironicamente,  patrocina a campanha `Emagrece, Brasil!´", adverte Anelise.  
 
"Há um conflito com a agenda do nutricionista, que é formado para trabalhar com parâmetros adequados na orientação das pessoas no caminho da alimentação saudável. Essa agenda é desbancada quando o Ministério da Saúde apoia uma campanha que se baseia em parâmetros não saudáveis, promovendo um `emagreça de qualquer jeito´", afirma Anelise."O GT Alimentação e Nutrição da ABRASCO vem sinalizando a questão do conflito de interesses constantemente e o tema é um eixo de discussão permanente no grupo. É importante que as pessoas despertem para esse problema porque é recorrente e continuará sendo cada vez mais. É necessário que a sociedade e o estado pactuem um código de ética", concluiu.

 

 


 

 

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Comissão Científica Nacional do ABRASCÃO se reúne em Porto Alegre

18/05/2012 19:23

Nos últimos dias 10 e 11 de maio, a Comissão Científica Nacional do 10º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva esteve reunida uma vez mais, em Porto Alegre, nas dependências da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), dando continuidade à construção da programação do evento. Sob a coordenação da vice-presidente da ABRASCO, Lígia Bahia, que preside a Comissão, os trabalhos foram encaminhados com a perspectiva de ter mais claro, o ABRASCÃO que se quer.  Como evento de grande mobilização de pessoas e profissionais da saúde coletiva no país, é importante que ele redimensione o modelo, valorize as ações de interação e articulação entre saberes e práticas, que estimule os debates, as reflexões e as discussões em torno do seu tema geral: Saúde é Desenvolvimento: Ciência para a Cidadania.

Quais as preocupações e questões da saúde e da sociedade e quais são as alternativas para mudanças? Como o 10º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva pode contribuir para posicionamentos de membros da sociedade civil organizada a partir da produção do conhecimento e gerar condições de transformações? Para onde vai o Sistema Único de Saúde? Como o Congresso poderá mobilizar para mudança do governo para com a Saúde e, principalmente, propiciem transformações no modo de administrar saúde? Com questões como estas, a Comissão Científica encaminhou o processo de apreciação de todas as propostas de atividades que foram enviadas à Secretaria Executiva da Abrasco, como quadro provisório da programação e que permitiu o exercício relevante de evitar a conversa apenas entre pares, mas, ao contrário, com prioridade para mesclar interlocutores, instituições, disciplinas, áreas, Grupos Temáticos, Comissões e Fóruns da Abrasco, propiciando diálogos e interação.

Mais do que decidir a programação, outro ponto relevante foi definir a natureza das atividades com as quais se busca diálogos, debates e conversas, sempre orientados pelos cinco eixos temáticos do evento: Alternativas de desenvolvimento - sustentabilidade e cidadania; Inovação em saúde - ciência, tecnologia, indústria e serviços; O individual e o coletivo no processo saúde-doença; Modelos de atenção e cuidado à saúde e; Gestão da saúde - técnica e política.

Neste sentido, foram definidos os temas dos grandes debates: A situação da saúde no Brasil: desafios e perspectivas; Universalização e focalização das políticas sociais; A Democracia e Participação Social; Alternativas para o desenvolvimento social no Brasil; Desenvolvimento tecnológico e inovação e; Público x Privado no Sistema de Saúde Brasileiro. Também foi proposto o desenvolvimento de painéis, mesas redondas e palestras, mas não sem antes discutir e determinar a proposta de cada uma dessas atividades. "Vale destacar que os trabalhos estão progredindo e as propostas serão disponibilizadas no coletivo. Esta semana a Diretoria da ABRASCO avançou na tarefa de reler e algumas delas já apreciadas inicialmente, foram reencaminhadas aos seus proponentes, para repensá-las e aprimorá-las. É importante estar atento e interagir ativamente com o coletivo", informou Carlos Silva, Secretário Executivo da Associação.

Ao mesmo tempo, a Comissão Organizadora Nacional também se reuniu, possibilitando inúmeras outras discussões e decisões, como: disponibilidade de espaços adequados para as diferentes atividades, rede hoteleira, agência de viagem, alimentação, materiais de suporte aos congressistas, cerimônia de abertura, logística e infraestrutura, além de encaminhamentos pela subcomissão de cultura.

"Foi muito bom ter contado com presentes representantes de diferentes Grupos Temáticos, Comissões e Fóruns da ABRASCO, além de representantes locais de outras tantas instituições que se integram a organização e elaboração do 10º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva" afirmou Carlos Silva.

A próxima reunião está agendada para os dias 19 e 20 de junho de 2010, também nas dependências da UFRGS. A ABRASCO reforça o convite a participação e espera com a realização do Abrascão, trazer contribuições para um horizonte próximo.

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Publicações

15/05/2012 15:12

Veja as publicações recomendadas pela Equity List (Opas/OMS) clicando aqui.

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Direitos Humanos e igualdade na Nutrição

15/05/2012 14:52

Confira o depoimento do Prof. David Sanders, da Universidade de Western Cape (UWC - África do Sul), para a Tv ABRASCO falando sobre Direitos Humanos e Igualdade na Nutrição. Sanders é professor na Escola de Saúde Pública da UWC, fundada e dirigida por ele de 1993 a 2009. Formado em pediatria, o pesquisador tem especialização em Saúde Pública Tropical (DTPH - Londres) e em Epidemiologia e Estatística Médica pela London School of Hygiene and Tropical Medicine (LSHTM). Ele também fez parte da equipe acadêmica das escolas de medicina das Universidades de Zimbabwe e de Natal. O Dr. Sanders possui 30 anos de experiência em políticas de saúde e desenvolvimento de programas em Zimbabwe e na África do Sul e tem várias publicações nestas áreas, assim como em economia política da saúde, ajuste estrutural e apoio ao desenvolvimento. Veja o vídeo clicando aqui.
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