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III Reunião Anual da Rede de Pesquisa em APS

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I Simpósio Brasileiro de Saúde Ambiental

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VIII Congresso Brasileiro de Epidemiologia
12 a 16 de novembro de 2011
São Paulo - SP

Lançamento da Agenda Estratégica para a Saúde no Brasil
05 de agosto de 2011
Rio de Janeiro - RJ

Discurso de apresentação da Agenda
Luiz Augusto Facchini (pdf)

Discurso do Ministro da Saúde
Alexandre Padilha (vídeo)

 

a

III Seminário Brasileiro de Efetividade da Promoção da Saúde
23 a 26 de maio de 2011
Rio de Janeiro - RJ

I Mini-Congresso de Grupos Temáticos, Comissões e Fóruns da ABRASCO
16 e 17 de abril de 2011
São Paulo - SP


V Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas em Saúde
17 a 20 de abril de 2011
São Paulo - SP

Moção de Apoio às Ciências Sociais e Humanas em Saúde

Moção de Apoio à Revisão dos Parâmetros de Classificação das Revistas na Área de Saúde Coletiva da Capes

Moção de Apoio ao Curso de Obstetrícia da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP

Moção Contra o Uso dos Agrotóxicos e pela Vida

 



V Simpósio Brasileiro de Vigilância Sanitária

Carta de Belém

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I Congresso Brasileiro de Política, Planejamento e Gestão em Saúde

Carta de Salvador

Moção de apoio a Gastão Wagner

Moção de apoio a Luis Eugenio Portela


Moção de Apelo pela ampliação dos limites da Lei de Responsabilidade Fiscal

Moção de Apoio à ADIN 1.923/98

Moção de Apoio ao IPEA

Moção pelo Fortalecimento da Pesquisa e da Avaliação de Tecnologias de Saúde para o SUS

Moção de Repúdio à Lei 12314




IX Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva

Carta de Olinda

Menções Honrosas


13ª. Conferência Nacional da Saúde



XVIII Congresso Mundial de Epidemiologia
VII Congresso Brasileiro de Epidemiologia


Documento síntese dos debates do 8º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva e 11º Congresso Mundial de Saúde Pública
 

 

 
Grupos e Comissões
GT Comunicação e Saúde
 

Há cerca de seis anos, Pitta e Magajewski (2000) indicavam que no plano acadêmico ocorria um desenvolvimento crescente no campo da comunicação, o mesmo não acontecendo no plano das políticas governamentais. Ressalte-se que o nome genérico – comunicação e saúde – envolve a informação, a educação e a comunicação propriamente dita, e nesse documento os autores chamam a atenção para a necessidade de integração dessas três dimensões.
Relato recente desse GT aponta:
Nestes quinze anos, o GTCOM vem buscando articular diferentes campos do conhecimento das Ciências Sociais e Humanas e a Saúde. No entanto, se existem diferentes formas de compreensão e modos de intervir que não são estranhos aos membros do GT, há um consenso mínimo e um conjunto de relações institucionais que aproxima os seus membros, além da própria natureza do objeto de reflexão do grupo que desde a sua criação vem procurando atender aos requisitos e chamamentos de um campo do conhecimento eminentemente transversal ao conhecimento acumulado no campo da Saúde Coletiva, a demandar, portanto, uma prática articulada e cooperativa entre seus membros. (Documento “Memórias de uma Construção”, GTCOM-Abrasco, 2006:1)
Acentua ainda o documento:
A preocupação com uma reflexão acadêmica entre as relações Comunicação e Saúde data da segunda metade dos anos 80. Pode-se identificar como uma primeira expressão mais estruturada desta preocupação um Encontro promovido pela Fundação Ezequiel Dias/Belo Horizonte, apoiado pela OPAS, em 1989. Desde então são lançadas as bases conceituais para o aprofundamento deste tema. Nesta ocasião, pela primeira vez, alguns dos futuros membros do atual GT ABRASCO tiveram o privilégio de encontrar Fernando Lefévre – desde então uma referência na discussão do tema e apoiador incondicional da criação do mesmo. (Documento “Memórias de uma Construção”, GTCOM-Abrasco, 2006:1)
Ponto importante desse GT tem sido a discussão da constituição de um ‘núcleo duro’ do seu trabalho – não sem resistências e debates – que ocorreu em diversos momentos: em Belo Horizonte (MG), no Encontro de Ciências Sociais e Saúde, e em seguida no Congresso Brasileiro de Epidemiologia de 1992, no Rio de Janeiro, quando o tema saiu da esfera de um pequeno grupo e foi promovido um primeiro debate ampliado. Nesse cenário, o Grupo Temático Comunicação e Saúde (GTCOM) se institucionaliza e inicia a construção de cumplicidades e alianças com outros GTs, em especial de Educação e Informação. Em 1994, no Instituto Brasileiro de Administração Municipal do Rio de Janeiro (Ibam-RJ), deu-se o que no GTCOM foi denominado de ‘Encontro Fundador’. Na ocasião, depois de um longo debate sobre as questões que o GTCOM pretendia articular e sobre a necessidade de repensar teorias e metodologias específicas para o campo, foi produzido o Termo de Referência que orientou o debate e as ações do GTCOM e de seus membros.
O desdobramento desse encontro foi a constituição de cursos de extensão e especialização sobre o tema da comunicação e da saúde. Os cursos tiveram um papel mobilizador estratégico e se transformaram nos primeiros passos de uma produção científica organizada, de constituição de núcleos institucionais em diferentes regiões do país e de institucionalização e reconhecimento em relação a outros saberes, instituições e campos profissionais. A presença de membros do GTCOM orientando em cursos de pós-graduação, no desenvolvimento de projetos de pesquisa, em assessorias e em publicações especializadas demonstra a legitimidade acadêmica dos seus quadros e a capacidade mobilizadora e integradora do tema, que acabou buscando parcerias em grupos de estudos e pesquisas em comunicação de diferentes universidades brasileiras, como a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a Universidade Federal da Bahia (UFBA) e a Universidade de Brasília (UnB).
A busca de uma relação mais estreita com o controle público dos serviços e ações de saúde foi objeto de seminário e da publicação, em 1993, do número 1 da série “Saúde & Movimento”. Iniciou-se um movimento de parceria com diferentes universidades brasileiras com cursos em comunicação e cultura. Uma conseqüência desse movimento de alianças foi o lançamento, no ‘Abrascão’ de 1995, em Águas de Lindóia (SP), do livro Saúde e Comunicação: visibilidades e silêncios, Comissões e Grupos Temáticos organizado por Áurea M. da Rocha Pitta (1995). No temário, diferentes perspectivas, autores, instituições, enfoques: novas tecnologias, poder simbólico, democracia, descentralização do processo decisório e das ofertas de serviços, além de usos da mídia, foram alguns dos temas e problemas apresentados para o campo.
Dentre outras atividades do GT, destacam-se as mostras de filmes. O sucesso da iniciativa, ampliando as linguagens e os modos de enunciação da saúde, permite afirmar que ela se desloca do campo do GTCOM e, cada vez mais, é parte dos encontros da Abrasco. Promovendo encontros, oficinas, mesas-redondas, painéis e fazendo da comunicação um campo de reflexão, debates acadêmicos e novas práticas, o GTCOM insiste em articular a  luta política com o debate acadêmico (Documento “Memórias de uma Construção”, GTCOM Abrasco, 2006:1).

 

 

 

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