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EVENTOS

 

IV Simpósio Brasileiro de Vigilância Sanitária

Carta de Fortaleza





II Seminário Brasileiro de Efetividade
da Promoção da Saúde
I




13ª. Conferência Nacional da Saúde




XVIII Congresso Mundial de Epidemiologia
VII Congresso Brasileiro de Epidemiologia

Carta de Porto Alegre

Premiação de pôsteres (menções honrosas)

Moções apresentadas

Documento síntese dos debates do 8º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva e 11º Congresso Mundial de Saúde Pública

Confira os debates e apresentações do 8º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva e 11º Congresso Mundial de Saúde Pública clicando aqui
 
Grupos e Comissões
GT Informações em Saúde e População
 

Painel do VI Congresso Brasileiro de Epidemiologia (Recife - 2004)

O GTISP (Grupo Técnico de Informações em Saúde e População), da Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva, pretende constituir-se em espaço aberto e plural de debate, construção e sistematização de propostas relacionadas a um Projeto Nacional para a área de Informação em Saúde dirigido para a sociedade brasileira, adotando como eixo aglutinador dos trabalhos os princípios da descentralização e do controle social. Este é o parágrafo inicial do primeiro documento produzido pelo Grupo em novembro de 1993, intitulado “Informação em Saúde a Serviço da Sociedade”, tratando da agenda em torno da qual se dêem os entendimentos para a definição da Política de Informações; da Gestão da Informação e das Estratégias organizacionais e operacionais. Detalhes da nossa trajetória ao longo desses anos podem ser encontrados no documento História do GTISP

O GTISP teve origem em recomendação da Oficina de Trabalho “Utilização de Grandes Bancos de Dados Nacionais” realizada em 1992, durante o II Congresso de Epidemiologia, em Belo Horizonte. Mesmo considerando que avanços já foram conquistados, após esses anos seu Relatório Final encontra-se, ainda, atualizado especialmente quando recomenda, entre outras, a necessidade do estabelecimento de compatibilização e padronização dos sistemas de informações de interesse para saúde; de Código de Ética do uso da informação; de manutenção de Diretório de Base de Dados de Interesse para a Saúde; de criação e manutenção de Cadastro de Estabelecimentos de Saúde e de estratégias de capacitação, em larga escala, no uso da informação para a tomada de decisão.

As Oficinas de Trabalho têm sido o mecanismo adotado pelo GTISP para debater suas propostas relativas à Informação e Informática em Saúde com diversos segmentos: as próprias instituições de pesquisa e ensino, controle social, governos e empresas do setor. Podem ser citadas como exemplos dessas Oficinas:

A Oficina de Trabalho “Compatibilização de Bases de Dados Nacionais” realizada no âmbito do V Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, em 1997, em Águas de Lindóia, na qual as principais variáveis dos sistemas de informação de interesse para a saúde foram discutidas em torno de 3 eixos: o indivíduo, o evento que gera o registro e a unidade assistencial relacionada ao evento. Pode ser considerada o embrião da Portaria GM/MS 3.947/98 que trata dos atributos comuns a serem adotados pelos sistemas de informações em saúde. Também nesse Congresso foi colocada a necessidade de constituição de Comissão de Informação no âmbito do Conselho Nacional de Saúde.

A Oficina de Trabalho “Informações para a Gestão do Sus: Necessidades e Perspectivas” realizada no âmbito do VI Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, em 2000, em Salvador, na qual foram tratadas propostas e estratégias de encaminhamento para o uso da informação como instrumento de apoio à decisão para gestores e para subsidiar o controle social do SUS; para a tecnologia da informação enquanto importante fator na busca da integração das informações, para a melhoria de sua qualidade e do seu uso na saúde; de melhoria da qualidade da informação em saúde e sobre a questão ética relacionada à informação em saúde enquanto um desafio.

A Oficina de Trabalho "Informação em Saúde: acertos, erros e perspectivas", realizada no âmbito do VII Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, em 2003, em Brasília, na qual foram tratados temas como a reconstrução de agenda que consubstancie uma Política Nacional de Informações em Saúde, enquanto requisito estratégico para avanço do SUS, partindo da análise dos acertos e erros ocorridos na área; o limite político entre a esfera pública e a esfera privada da vida e as estratégias de uso das tecnologias de informação e comunicação de massa nas sociedades globalizadas; a necessidade de preservar a privacidade dos sujeitos; os interesses a que estão subordinadas as políticas de governo eletrônico (e-gov) e a necessidade de realização de uma Conferência Nacional de Informação em Saúde.


A Oficina de Trabalho “A Integração Necessária: A Perspectiva da Epidemiologia na definição de Padrões para as Informações em Saúde”, realizada em 2004, em Recife, durante o VI Congresso de Epidemiologia debateu o processo de construção de uma agenda que consubstancie uma Política Nacional de Informações em Saúde, na perspectiva da organização de uma Conferência Nacional de Informação em Saúde, e contemple os seguintes eixos: i) Estrutura e organização da gestão da informação em saúde; ii) Utilização de tecnologias de informação com destaque em: padrões, privacidade, confidencialidade, interoperabilidade e qualidade e iii) Capacitação e desenvolvimento científico tecnológico.

Finalmente, a Oficina de Trabalho "Pacto pela democratização e qualidade da informação e informática em saúde", realizada no âmbito do VIII Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, em 2006, no Rio de janeiro, na qual foram debatidos temas como a dificuldade de implementação da Política Nacional de Informações e Informática em Saúde; a forma centralizada, verticalizada, fragmentada e proprietária de desenvolvimento de sistemas de informação no SUS, em vez de se buscar sua padronização e interoperabilidade; a necessidade de investimentos em Tecnologia da Informação, incluindo capacitação; a questão Ética relacionada à Informação em Saúde, especialmente a falta de limite entre a esfera pública e privada na padronização de trocas eletrônicas de informações entre governo, operadoras de planos de saúde e prestadores de serviços, promovida pela ANS e a maneira conservadora e pobre do Pacto pela Saúde 2006 tratar as Informações em Saúde e suas tecnologias associadas.

O GTISP/ABRASCO disponibiliza os Relatórios Finais dessas Oficinas de Trabalho em Documentos.

 

 

 

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