| |
|
|
 |
|

|
 |
 |
 |
|
Próteses e papos furados
Ligia Bahia, vice-presidente da ABRASCO e professora de economia da saúde no Instituto de Estudos em Saúde Coletiva (IESC/UFRJ), publicou o artigo "Próteses e papos furados", no jornal O Globo, hoje, dia 23 de janeiro de 2012. "(...)As próteses de silicone defeituosas e os recentes dados do IBGE sobre economia da saúde deram margem a distintas possibilidades de compreensão sobre os recursos e usos do SUS. (...) Desde dezembro até agora houve mudanças de opinião sobre o uso do silicone. Mais e melhores informações contribuíram para ampliar as manifestações de simpatia pelas vítimas de diversos países. Aos poucos, radicais divergências foram decantadas. Deu-se a cada um pouco de razão, prevaleceu a solidariedade e avançamos. Já as polêmicas em torno dos números divulgados pelo IBGE são derivadas de projetos societais distintos. (...)A pressa em gerenciar com suposta eficiência alguns problemas, especialmente aqueles apresentados sob o formato de escândalos, abrevia o tempo de decantação dos conflitos. Sem a explicitação das ideias e interesses que fundamentam interpretações e ações ficamos sem saber se o SUS se responsabilizará pelos vazamentos das próteses, porque o Brasil tem um sistema universal de saúde, ou se a intervenção governamental foi tópica e voltada apenas à correção de uma pequena falha do mercado. Essa não é uma disjuntiva teórica. Faz toda diferença, na prática, organizar um sistema de saúde bem gerenciado e, portanto, capaz de prever estrategicamente a absorção de novas demandas ou ativar atividades fragmentadas, dinamizadas por inclusões pontuais de benefícios para grupos populacionais específicos. Um dos maiores desafios gerenciais do SUS é exatamente despolitizar iniciativas que deveriam ser administrativas. Se o uso de procedimentos de saúde e medicamentos continuar enquadrado como mera relação de consumo, e a proteção contra riscos à saúde depender, exclusivamente, de decisões de quem ocupa o cargo de presidente da República, o SUS terá um gerenciamento inadequado. Posicionamentos plastificados de acordo com as circunstâncias e com o público ouvinte vazam", afirma Lígia. Confira o artigo na íntegra.
|
 |
 |
 |
|
UFRGS formaliza apoio ao X Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva
A Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) formalizou seu apoio à realização do X Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva (ABRASCÃO 2012) durante reunião realizada no dia 13 de janeiro. Segundo os representantes da reitoria da UFRGS, a Universidade disponibilizará seus espaços físicos para a realização de atividades do evento, além de oferecer à ABRASCO as atividades culturais desenvolvidas para apresentações durante o Congresso. Estiveram presentes à reunião, o presidente da ABRASCO, Luiz Augusto Facchini, o secretário executivo, Carlos dos Santos Silva, a secretária executiva adjunta, Margareth Pessanha, o reitor em exercício da UFRGS, Rui Vicente Oppermann, a pró-reitora de Extensão Sandra de Deus e o Prof. Ricardo Ceccim, coordenador do Núcleo de Educação, Avaliação e Produção Pedagógica em Saúde (EducaSaúde/Faced). Na ocasião Opermann destacou a importância do evento, “que oportuniza debates de alto valor acadêmico sobre Saúde Coletiva”. Por sua vez, a pró-reitora Sandra de Deus lembrou que a UFRGS já apoiou o evento em outras oportunidades. “Em 1992, precisamente há 20 anos, a Universidade sediou o III Congresso da ABRASCO. Agora estamos repetindo a parceria”. O ABRASCÃO 2012 será realizado em Porto Alegre, de 14 a 18 de novembro, e tem como tema central "A saúde coletiva em defesa do SUS: conhecimento para a afirmação da cidadania" (Fonte: Site da UFRGS).
|
 |
 |
 |
|
Problemas de Saúde e Prevenção segundo Ciclos de Vida e Gênero
O número temático de janeiro da Revista Ciência & Saúde Coletiva tem como tema "Problemas de Saúde e Prevenção segundo Ciclos de Vida e Gênero". A edição que abre o ano de 2012 traz, no editorial, um resumo da produtividade da Revista Ciência & Saúde Coletiva em 2011 e sua relevância para o campo da saúde. No total os editores receberam 1710 artigos através do site, dos quais 443 foram publicados, 1094 recusados, 112 sob condição (aguardando parecer final) e 224 estão em processo de avaliação. São apresentados também os resultados de pesquisas importantes, em âmbito nacional e em outros países, sobre problemas de saúde e respostas do setor. O debate inicial dá relevância à prevenção de riscos para doenças cardiovasculares e em seguida são apresentados artigos sobre diferentes doenças e agravos como: doenças crônico-degenerativas em geral; tuberculose, AIDS, lesões e traumas por violências e acidentes, sintomas de problemas bucais. Sublinham-se os textos que tratam dos cuidados no uso de medicamentos e de estratégias de atenção nos vários âmbitos e níveis. Confira o sumário da Revista clicando aqui.
|
 |
 |
 |
|
Saúde na agenda industrial e do desenvolvimento
"Saúde na agenda industrial e do desenvolvimento", artigo publicado pelo Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e pelo Secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde e integrante da Comissão de Ciência e Tecnologia em Saúde da ABRASCO, Carlos A. G. Gadelha, publicado no jornal Valor Econômico, no dia 17 de janeiro de 2012. No artigo os autores afirmam que "a saúde constitui uma área que alia, a um só tempo, a dimensão social e da cidadania com a econômica e da inovação. Mobiliza um amplo sistema produtivo que responde por 8,4% do Produto Interno Bruto (PIB), por 10% do emprego formal qualificado e uma atividade científica que participa com cerca de 25% das publicações nacionais. Esse sistema produtivo se move de acordo com os objetivos da sociedade para promover, prevenir e dar atenção à sua população. A saúde não se tornou uma prioridade da política de desenvolvimento por comprar produtos de baixo valor ou bugigangas. Ela constituiu uma prioridade por aliar alto potencial de inovação e por fazer parte de um projeto de sociedade que prioriza a construção de um sistema universal à população. Participa de todas as áreas que vão determinar o futuro de um país, como a biotecnologia, a nanotecnologia, a química fina avançada, a microeletrônica de precisão e os novos materiais, além do conhecimento utilizado nos serviços, desde células-tronco até a telemedicina. Essas áreas representam 22% do esforço mundial de inovação e quem ficar fora será dependente, frágil e subserviente. No Brasil, já representa cerca de 30% do espaço de inovação(...)". Confira o texto na íntegra aqui.
|
 |
 |
 |
|
Vice-presidente da ABRASCO comenta a aprovação da EC29 em entrevista ao jornal O Globo
A vice-presidente da ABRASCO, Lígia Bahia, participou da matéria de capa do dia 17 de janeiro, do jornal O Globo: "Dilma sanciona a lei que eleva gastos com saúde". A lei que regulamenta a Emenda 29 e impede que estados e municípios maquiem gastos com Saúde foi sancionada ontem pela presidente Dilma Rousseff com 15 vetos. Um dos pontos vetados previa que a verba federal para Saúde deveria ser alterada sempre que houvesse uma revisão do Produto Interno Bruto (PIB). Outros trechos vetados davam mais transparência à execução dos gastos, como a exigência de conta separada para a Saúde. Em entrevista publicada em destaque na página 03, Lígia é enfática: Aprovar a Emenda 29 sem que a União tenha que dispor de mais recursos para a Saúde é uma tragédia. Para ela, o Sistema Único de Saúde (SUS) padece por conta do subfinanciamento e dos problemas de gestão. "Isso caracteriza o nosso subdesenvolvimento", diz Ligia, que vê o veto ao artigo que determinava a atualização automática dos recursos da Saúde quando houvesse revisão do PIB como "pão-durismo". Veja a entrevista na íntegra aqui.
|
 |
 |
 |
|
Superávit de Saúde
Ligia Bahia, vice-presidente da ABRASCO e professora de economia da saúde no Instituto de Estudos em Saúde Coletiva (IESC/UFRJ), publicou o artigo "Superávit de Saúde", no jornal O Globo, no dia 26 de dezembro. No artigo, Lígia faz uma reflexão sobre o subfinanciamento do SUS, a recente votação da EC29 no Senado, as tendências mundiais que apontam para a priorização dos sistemas universais de saúde e a Rio+20, que acontecerá no Brasil em 2012. "A história já é tão conhecida que quase não precisa mais ser contada. O cenário é o de um país situado no hemisfério sul, de renda média que ousou inscrever em sua Constituição a garantia do direito universal à saúde. Tempos depois, o SUS apesar dos trancos que marcaram sua origem e de ter sido empurrado para diversos barrancos ainda permanece de pé. Mas quem disser que esse SUS que aí está não é aquele aprovado pela Constituição porque nem é único e nem tão universal não estará mentindo. (...) A recusa do governo federal, legitimada pelo Congresso Nacional no final de 2011, de ampliar recursos para o SUS dinamiza um subsistema público sub-financiado e um subsistema privado crescentemente subsidiado com recursos públicos. Em termos práticos, os direitos abrangentes, já disponíveis para quem tem problemas de saúde muito graves, não serão estendidos para os saudáveis ou para usuários eventuais de serviços de saúde. Os não doentes e segmentos de maior renda são cobertos por planos e seguros privados de saúde, e os pobres ou requerentes de serviços de saúde muito caros ficam no SUS. Assim, a divisão pragmática de mercados na saúde assume internamente condição de política oficial, a despeito de repetidas pesquisas de opinião evidenciarem que a saúde é o principal problema a ser resolvido pelo governo mesmo para quem está vinculado a planos e seguros privados de saúde(...) Em 2012, a Rio + 20 convocará o posicionamento dos governos, empresários e movimentos sociais sobre a sustentabilidade do desenvolvimento, incluindo a dos sistemas de saúde. A pergunta a ser respondida será sobre o modelo de sistema de saúde que dá melhores respostas em termos de custo-efetividade aos determinantes sociais da saúde. E o SUS será novamente o melhor cartão de visitas a ser apresentado em um ambiente que exigirá do Brasil discrição em relação à ênfase em políticas públicas voltadas ao provimento de infra-estrutura e financiamento de negócios. Por aí afora, muitos economistas sérios não deixam de considerar a saúde na análise dos limites e perspectivas do desenvolvimento do capitalismo ou acreditam que o sistema de saúde possa ser encarado como um mercado qualquer. As previsões de que a saúde, em consequência da inovação tecnológica e envelhecimento, represente daqui a alguns anos 30% do PIB de vários países já seria motivo de sobra para não deixá-la de lado", afirma Lígia. Confira o artigo na íntegra.
|
 |
 |
 |
|
Presidente da ABRASCO participa de matéria sobre a Emenda Constitucional 29 na Agência Senado
O presidente da ABRASCO, Luiz Augusto Facchini, participou da matéria "Regulamentação da Emenda 29 impede `maquiagem´ nas contas do SUS", divulgada pela Agência Senado no dia 20 de dezembro. A reportagem cita que para os defensores do SUS "os R$ 9 bilhões hoje perdidos nas `maquiagens´ não chegam perto dos R$ 45 bilhões extras anuais que o Ministério da Saúde calcula como o necessário para dar qualidade ao SUS. No Congresso, o projeto chegou a ganhar dois dispositivos que dariam mais musculatura ao SUS. O primeiro previa a criação de um imposto para a saúde - nos moldes da extinta CPMF, que até 2007 respondeu por 35% do orçamento do Ministério da Saúde. O segundo dispositivo determinava que a União também teria uma porcentagem a aplicar no SUS - 10% das receitas. Hoje, destina o equivalente a 7%. Nenhum dos dois dispositivos vingou. `É decepcionante. O subfinanciamento do SUS vai continuar´, diz Luiz Augusto Facchini, presidente da Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (ABRASCO). Faltou pressão da sociedade. Segundo Facchini, as classes média e alta veem o SUS como um sistema de pobres. Esquecem que a vacinação, o programa de Aids, os transplantes, o controle de epidemias e a fiscalização de alimentos e remédios são feitos pelo SUS. Falta de empenho". Veja a matéria completa clicando aqui.
|
 |
 |
 |
|
Elogio Público a Marcos Augusto Bastos Dias
A Diretoria da ABRASCO manifesta seu apóio ao movimento que considera injusta a censura pública aplicada ao Dr. Marcos Augusto Bastos Dias pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). Marcos Dias possui graduação em medicina pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1982), mestrado em saúde da mulher e da criança (2001) e doutorado em Ciências em Saúde da Mulher e da Criança (2006) pelo Instituto Fernandes Figueira (IFF/FIOCRUZ). Atualmente é médico do IFF/FIOCRUZ e participa de pesquisas na área materno-infantil, atuando principalmente nos temas humanização da assistência, cesariana e mortalidade materna. Confira o Elogio Público que será publicado em um jornal de grande cirulação do Rio de Janeiro e o relato sobre o julgamento realizado no CFM clicando aqui.
|
 |
 |
 |
|
Revista Brasileira de Saúde Ocupacional é aprovada para integrar a Coleção SciELO Brasil
A partir deste mês a Revista Brasileiro de Saúde Ocupacional (RBSO), periódico científico editado pela Fundacentro desde 1973, está na coleção SciELO a partir deste mês. A Revista, que já integra as bases CAB Abstracts, CIS/ILO, DOAJ, Global Health, Latindex, Lilacs, Redalyc, Repidisca/BVSDE e o Portal de Periódicos da Capes, publica artigos de relevância científica que tratam de temas relacionados à Saúde do Trabalhador, abordando as doenças e os acidentes do trabalho, o ambiente e as condições de trabalho e a discussão de políticas públicas relacionadas ao tema. Com caráter multidisciplinar, a revista abrange os setores econômicos tanto do mundo formal, quanto do mundo informal do trabalho e publica trabalhos oriundos das diversas áreas do conhecimento com interfaces com o campo da Segurança e Saúde do Trabalhador. Lembramos que o GT Saúde do Trabalhador da ABRASCO e a RBSO prorrogaram o prazo de recebimento de artigos para o número especial com o tema "Atenção integral em Saúde do Trabalhador: desafios e perspectivas de uma política pública" até o dia 02 de março de 2012. Os interessados podem encaminhar trabalhos oriundos de pesquisas originais, textos de revisão, ensaios e relatos de experiência. A reflexão proposta tem como objetivo contribuir para a discussão, o entendimento, a implementação e o avanço de uma das mais relevantes políticas públicas a serem efetivamente implantadas no país: Como se explica a efetividade dos “serviços” que produzem, de fato, ações de Saúde do Trabalhador? Quais fatores favoráveis podem ser apropriados por outros serviços? Como influenciar o desenho e a implementação de políticas no campo? Quais desafios estão colocados aos serviços de ST nas ações de assistência, vigilância/prevenção, reabilitação e promoção? Os artigos devem ser encaminhados para rbso@fundacentro.gov.br com cópia para rbsofundacentro@gmail.com.
|
 |
 |
 |
|
Emenda Constitucional 29 é regulamentada
Depois de 11 anos de espera a Emenda Constitucional 29 (EC 29), que define o que deve ser considerado gasto público com saúde, foi regulamentada na noite do dia 07 de dezembro. Entretanto, a proposta do ex-senador Tião Viana (PT-AC), que estipulava investimento de 10% das receitas correntes brutas da União para a área, foi derrubada por 70 votos a um. Para a vice-presidente da ABRASCO, Ligia Bahia, o resultado preocupa, porque pode comprometer o cumprimento de promessas do atual governo, como uma maior atenção à saúde das mulheres, rede de urgência e emergência com qualidade e humanização do atendimento. Ela lembra que a alta carga tributária ainda não prioriza intensamente as políticas sociais. "É natural que um partido republicano queira poupar gastos com saúde, mas não é natural que um partido que se diz social democrata progressista queira cortar. Não vamos conseguir enfrentar problemas de saúde do século, como obesidade e câncer. Os investimentos são medíocres em relação aos desafios que nos temos”, alerta.
Com o intuito de promover uma análise sobre a EC29 e as alternativas de financiamento do SUS, a ABRASCO abriu um Fórum de Discussão em seu site. A primeira contribuição foi encaminhada por José Gomes Temporão, médico sanitarista, ex Ministro da Saúde do Governo Lula e atual Coordenador Executivo do Instituto Sul-Americano de Governo em Saúde (ISAGS). Para Temporão "(...) é necessário reconhecer a grande vitória que foi a definição conceitual de gastos em saúde. Isso permitirá um monitoramento mais adequado do cumprimento da legislação por estados e municípios, além da captação de recursos adicionais estimados em cerca de três bilhões de reais /ano, embora seja consenso que esse volume de recursos será claramente insuficiente para atender as necessidades do financiamento setorial(...). De outro lado, ficou o sentimento de frustação trazido pela manutenção das atuais regras de participação da União no financiamento do SUS. A rejeição pelo Senado da proposta de 10% das receitas como critério de participação da União, ao lado da retirada do dispositivo que permitiria a criação de uma nova fonte específica de recursos; trouxeram a certeza de que ainda teremos muita luta pela frente para dar ao SUS a base econômico-financeira que lhe permita cumprir o mandato constitucional (...). Clique nos links a seguir para ler a matéria completa sobre a regulamentação da EC 29 e participar do Fórum!
|
 |
 |
 |
|
Reforma Psiquiátrica Brasileira: idéias, atores e instituições políticas
O número temático da Revista Ciência & Saúde Coletiva de dezembro tem como tema "Reforma Psiquiátrica Brasileira: idéias, atores e instituições políticas" e promove uma reflexão sobre os 10 anos de vigência da Lei 10.216/2001, que tratou da reforma psiquiátrica no Brasil. Esta edição tentou responder questões-chave com como: a Lei foi capaz de criar densidade institucional que desse rumo e orientação às mudanças? Favoreceu a transformação das instituições de saúde e a ampliação dos direitos sociais e cívicos? Ciência & Saúde Coletiva fez um balanço, mostrando a profunda inflexão em direção ao modelo assistencial que privilegia o indivíduo, a família e a comunidade em lugar do isolamento social. Os textos mostram que as marcas da reforma psiquiátrica brasileira são, assim, bastante relevantes: 1) a crítica ao asilo não visou o seu aperfeiçoamento ou humanização, mas interrogou os pressupostos da psiquiatria e condenou as estratégias de normatização e controle; 2) o questionamento da assistência psiquiátrica interpelou o modelo assistencial centrado no hospital e propôs o desenvolvimento de serviços com base do território; 3) a cooperação federativa possibilitou a constituição de uma rede de atenção psicossocial sob a gestão descentralizada municipal. O debate central e o artigo de opinião destacam os fatos históricos e a intervenção crucial dos atores desse processo, assinalando a tensão entre a agenda utópica e os desafios de uma política pública. Confira o sumário da Revista clicando aqui.
|
 |
 |
 |
|
ABRASCO e Ministério da Saúde assinam termo de cooperação para a publicação de números temáticos da Revista Brasileira de Epidemiologia e da Ciência & Saúde Coletiva
No espaço da Tenda Paulo Freire, no dia 03 de dezembro, o presidente da ABRASCO, Luiz Augusto Facchini, e o Secretário de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde, Luiz Odorico Monteiro, assinaram o termo de cooperação, lançando duas chamadas públicas de artigos científicos a serem veiculados nas duas revistas da ABRASCO. A solenidade foi realizada durante a 14ª Conferência Nacional de Saúde e contou com as presenças da representante da Revista Brasileira de Epidemiologia (RBE), Sandra Suzuki, e da editora científica da Ciência & Saúde Coletiva (CSC), Cecília Minayo. Mais detalhes aqui.
|
 |
 |
 |
|
ABRASCO promove reunião com empresas para organização do X Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva
A ABRASCO realizará uma reunião com empresas para dar continuidade ao processo de seleção para organização X Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, no próximo dia 13 de dezembro, em Porto Alegre. Na ocasião a Diretoria da ABRASCO apresentará as diretrizes do Congresso, as expectativas e as especificações das atividades a serem desenvolvidas no Congresso, de forma a assegurar a qualidade das condições de infra-estrutura e a eficiência nos processos organizativos necessários para o bom desenvolvimento do evento. A reunião está marcada para às 9h30, no Master Express Grande Hotel (R. do Riachuelo, 1070 - Centro - Porto Alegre/RS). Na parte da tarde haverá a reunião com profissionais e instituições que constituirão uma comissão organizadora local para a realização do ABRASCÃO 2012, no período de 14 a 18 de novembro de 2012, em Porto Alegre, e contará com aproximadamente cinco mil participantes. É importante que desde já todas as Comissões, Grupos Temáticos e Fóruns da ABRASCO dêem suas sugestões para o Congresso utilizando, por exemplo, o espaço do nosso Fórum!
|
 |
 |
 |
|
Diretoria da ABRASCO é recebida pelo presidente do CNPq
A diretoria da ABRASCO foi recebida em audiência pelo presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Glaucius Oliva, na quinta, 01 de dezembro, em Brasília. O presidente da ABRASCO, Luiz Augusto Facchini, os vice-presidentes, Lígia Bahia e Luis Eugênio Portela, e a Conselheira, Mariângela Cherchiglia, apresentaram, inicialmente, um informe sobre as recentes mudanças na Associação, como a mudança do nome e a incorporação dos cursos de graduação. O presidente do CNPq saudou as iniciativas, lembrando que sua área profissional, a biotecnologia molecular, também criou o seu curso de graduação depois da consolidação da sua pós-graduação. Saiba mais sobre o encontro clicando aqui.
|
 |
 |
 |
|
Ministro da Saúde abre oficialmente a 14ª Conferência Nacional de Saúde
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, abriu oficialmente as atividades da 14ª Conferência Nacional de Saúde, nesta quinta-feira (1°/12). Brasília recebe até o dia 4 de dezembro mais de quatro mil representantes dos segmentos de usuários, trabalhadores e gestores/prestadores de serviço em saúde para discutir os caminhos da saúde pública para os próximos anos em torno do tema "Todos usam o SUS! SUS na seguridade social, política pública, patrimônio do povo brasileiro". "A 14ª CNS visa melhorar a atenção básica de saúde no país e a qualidade do atendimento à população. Os usuários do SUS estão em primeiro lugar sempre", afirmou Padilha em sua fala inicial. A ABRASCO estará representada por: Luiz Augusto Facchini (presidente), Lígia Bahia, Luis Eugênio Portela, Elias Rassi (vice-presidentes), Carlos Silva (Secretário Executivo) e Margareth Pessanha (Secretária Executiva Adjunta), entre outros representantes de Comissões, GT´s e Fóruns. Confira a programação completa da conferência e acompanhe as transmissões online no site da 14a. CNS e no Canal Saúde. Veja a matéria completa clicando aqui.
|
 |
 |
 |
|
Trágica Sátira
Ligia Bahia, vice-presidente da ABRASCO e professora de economia da saúde no Instituto de Estudos em Saúde Coletiva (IESC/UFRJ), publicou o artigo "Trágica Sátira", no jornal O Globo, no dia 28 de novembro. No artigo, Lígia faz uma reflexão sobre o impacto causado pelo adoecimento e tratamento do ex-presidente Lula e a polêmica sobre o atendimento ou não no SUS. "(...) A pergunta que não pode mais ser contornada é: desistimos, na prática, da construção de um sistema universal de saúde? Estamos rumando a passos largos para um sistema de saúde similar ao da África do Sul, onde 16% da população que tem plano de saúde consome 60% do total das despesas com saúde, ou não?(...) O transplante da singular trama conformada por hospitais privados, universidades públicas e conexões com órgãos executivos locais e nacionais de uma determinada unidade da federação para contextos distintos é uma operação não recomendada para organizar e gerir serviços e sistemas de saúde. Médicos e unidades assistenciais para a corte nem sempre demonstraram ser a única, ou a melhor, alternativa para o enfrentamento de problemas de saúde dos súditos, e até mesmo da realeza. (...) A hierarquia social crescente é proporcional à intensidade dos vínculos de amizade entre os mais notórios profissionais de saúde e seus clientes. Nada muito diferente de outras tantas relações características de sociedades desiguais. Com o devido afastamento entre as relações pessoais e as responsabilidades públicas as medicinas das cortes ocupam espaços restritos na definição das políticas de saúde. A inversão ocorre quando uma parcela da medicina privada se instala na corte e passa a ditar regras para a organização do conjunto do sistema de saúde, favoráveis à expansão de seus nichos de mercado e tendentes ao aprofundamento da estratificação e exclusão. Cria-se então, desde o borramento das fronteiras entre público e privado, uma barreira adicional ao debate político e ético", afirma Lígia. Confira o artigo na íntegra.
|
 |
 |
 |
|
Saúde da família: expansão, aprofundamento e desafios
"Saúde da família: expansão, aprofundamento e desafios " é o tema do número temático de novembro da Revista Ciência & Saúde Coletiva dedicado à Atenção Primária à saúde (APS). Esta edição apresenta artigos referentes principalmente à Estratégia Saúde da Família (ESF) abordando especialmente: avaliação de acesso, qualidade de serviços e caracterização de seu uso; qualificação profissional; questões culturais e de gênero e itinerários terapêuticos; relação entre saberes populares e acadêmicos; processos de trabalho envolvendo subjetividade e clínica, visitas domiciliares; práticas preventivas e educativas e a Política Nacional de Humanização. Os textos mostram que em seus 23 anos, o SUS cresceu e se tornou uma realidade complexa e em seu âmbito, a ESF hoje abrange 50% da população. Mas, segundo o próprio Ministério da Saúde, há quase 30% dos serviços de APS sem essa estratégia. Ademais, apesar do potente crescimento, a ESF não conquistou grande legitimidade social; não é valorizada pela mídia; a classe média pouco a usa; é pouco reivindicada por movimentos sociais e, ainda na prática, é um serviço para pobres. Daí a relevância da discussão sobre essa estratégia, talvez a única política federal, até o momento, fortemente indutora da expansão da APS no Brasil, de forma coerente. Tal discussão torna-se muito importante tendo em vista recentes declarações do Ministério da Saúde de aumentar o apoio financeiro federal à APS/ESF, vinculado a avaliações de acesso, qualidade e desempenho. Veja o sumário da Revista clicando aqui.
|
 |
 |
 |
|
ABRASCO Livros divulga a lista das obras mais vendidas do mês de outubro
"O Que é o SUS", da Col. Temas em Saúde, de autoria de Jairnilson Paim, foi a obra mais vendida pela ABRASCO Livros no mês de outubro, seguido por "Pesquisa Social – teoria, método e criatividade", da Col. Temas Sociais, organizado por Maria Cecíclia de Sousa Minayo e "Promoção da Saúde: conceitos, reflexões, tendências", organizado por Dina Czeresnia e Carlos Machado de Freitas, segundo informações divulgadas pela equipe da Livraria (confira a lista dos 10 livros mais vendidos). A ABRASCO Livros tem sede no térreo da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, aberta das 9h às 17h e também atende os pedidos à distância pelo e-mail abrlivro@ensp.fiocruz.br. Para os pesquisadores, professores e alunos da Fiocruz Pernambuco, no Centro de Pesquisa Aggeu Magalhães (CPqAM), os pedidos podem ser feitos diretamente em nosso ponto de vendas no mezanino, das 8h às 16h, ou pelo e-mail rosi03@cpqam.fiocruz.br. Lembramos que todos os associados adimplentes da ABRASCO têm desconto especial.
|
 |
 |
 |
|
`Lula, vá para o SUS´ é preconceito de classe!
O vice-presidente da ABRASCO e docente do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia (ISC/UFBa), Luis Eugênio Portela, e o membro do Comitê de Saúde do Trabalhador - TRT 5ª Região, Luis Sestelo, publicaram o artigo "`Lula, vá para o SUS´ é preconceito de classe!", no site Bahia 247, no dia 07 de novembro. A matéria é uma reflexão sobre a repercussão causada pelo adoecimento e internação do ex presidente Luis Inácio Lula da Silva, o preconceito de classe e o SUS. "O sistema de saúde no Brasil é um só. As distorções evidentes que existem e aumentam a cada dia, decorrem da bem sucedida estratégia de apropriação privada do espaço público levada adiante ao longo dos últimos anos, inclusive durante o governo Lula. Os detratores do SUS, em geral, são os maiores beneficiados dessa estratégia.O governo Lula pôs o Brasil no rumo do desenvolvimento, com algum grau de distribuição de renda, mas algumas coisas seu governo de coalisão não foi capaz de fazer. Entre elas: a democratização dos meios de comunicação, que continuam a praticar o preconceito de classe explícito contra sua figura e tramam, diariamente, contra o governo Dilma, e uma inequívoca opção política pelo uso republicano dos recursos públicos na saúde.Tivesse Lula garantido o financiamento público adequado do sistema de saúde, estaria, possivelmente, no mesmo hospital, ao lado de outros trabalhadores de origem nordestina e também ao lado dos parentes de Maluf (notório membro da comunidade sírio libanesa), compartilhando o uso das mesmas instalações financiadas com recursos de toda a sociedade. O SUS, adequadamente financiado e organizado com base no interesse público, é o lugar ideal para Lula e para qualquer cidadão brasileiro", afirmam os autores. Leia o artigo na íntegra clicando aqui.
|
 |
 |
 |
|
Fórum dos Cursos de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da ABRASCO elege nova coordenação
O Fórum dos Cursos de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da ABRASCO conta com uma nova coordenação. O coletivo, reunido em Fortaleza nos dias 24 e 25 de novembro, elegeu as professoras Maria Amélia Veras (SCMSP), Eduarda Cesse (CPqAM/Fiocruz) e Marina Atanaka (UFMT) como titulares para a gestão 2011 - 2014. Além da apresentação do balanço de atividades do Fórum na gestão 2007 - 2011, feito por Maria Lucia Bosi (UFC) e Maria Novaes (USP), e da indicação da nova coordenação, o encontro teve como objetivo também discutir uma pauta variada que abordou temas como a criação da área "Nutrição" e a composição do CA - "Saúde Coletiva" no CNPq, a apresentação dos trabalhos realizados pelos GT´s de Revisão do Qualis Periódicos e Qualis Livros e os subsídios ao CNPq, um informe sobre a Graduação em Saúde Coletiva com a participação de Ricardo Ceccim (coordenador do Fórum dos Cursos de Graduação em Saúde Coletiva da ABRASCO), entre outros.. No total, a reunião congregou 65 representantes dos cursos de pós-graduação em Saúde Coletiva de todo o Brasil e a ABRASCO foi representada pelo Secretário Executivo, Carlos Silva. O próximo encontro do Fórum será realizado em Brasília, em abril de 2012.
|
 |
 |
 |
|
Presidente da ABRASCO entrega documento sobre as dimensões estratégicas da TI na área da Saúde ao Ministro Alexandre Padilha
O presidente da ABRASCO, Luiz Augusto Facchini, entregou ao Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, uma carta aberta elaborada pelo GT Informações em Saúde e População no dia da abertura do VIII Congresso Brasileiro de Epidemiologia (EPI2011). No documento, é feito um alerta sobre a importância estratégica da Tecnologia da Informação para o setor Saúde. "A atuação das instâncias públicas de TI vem se restringindo à especificação de editais e à certificação de padrões e produtos. Reduz-se o papel do Estado na gestão da res pública ao abrir mão do desenvolvimento do ciclo completo da expertise em TI aplicada a dimensões estratégicas da Saúde, em nome de que ao Estado brasileiro basta uma `fábrica de software´ (...). As empresas de TI consideram o SUS um mercado promissor. Ao mesmo tempo, observa-se uma intensa articulação do complexo econômico industrial em saúde (CEIS) com as empresas de TI e de Telecom, em uma tendência à cartelização do mercado brasileiro de TI em saúde, e à verticalização monopolista da cadeia produtiva na transição do mundo analógico para o digital. Aliam-se empresas de equipamentos médico-hospitalares e de imagens com as empresas de software. Neste contexto, é premente a definição sobre qual o papel do Estado, quais as relações entre público e privado que melhor atendem aos interesses da Saúde no campo da Informação e TI, o que pressupõe o estabelecimento de uma nova Política de Informação e Tecnologia de Informação no âmbito do SUS. (...) A ABRASCO defende que os interesses de expansão do mercado do CEIS/TIC fiquem subordinados aos interesses públicos no âmbito de uma Política de Estado compromissada com a defesa dos preceitos constitucionais, inclusive o que define o sentido de complementariedade do setor privado na saúde. Esta Política pressupõe a produção de inovações estratégicas para a práxis da Atenção à Saúde, com utilização de tecnologias universais de domínio público em todo o ciclo de seu desenvolvimento, valorizando a expertise pública das instituições de pesquisa nacionais, trabalhando colaborativamente em prol da melhoria da Saúde da população". Leia o documento na íntegra clicando aqui.
|
 |
 |
 |
|
Prêmio Victor Valla prorroga prazo de inscrição
Foram prorrogadas, até 31 de dezembro, as inscrições para o Prêmio Victor Valla de Educação Popular em Saúde, uma parceria da Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (ABRASCO) e da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde (SGEP/MS), através do GT Educação Popular e Saúde, do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS) e Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS). O prêmio visa a contribuir com o fortalecimento de grupos, movimentos populares e acadêmicos, assim como serviços de saúde que desenvolvem ações de educação popular em saúde. A proposta pretende fortalecer a Política Nacional de Gestão Estratégica e Participativa no Sistema Único de Saúde (ParticipaSUS). A realização da 14ª Conferência Nacional de Saúde, no período de 30 de novembro a 4 de dezembro de 2011, e a oportunidade de divulgação do prêmio neste espaço torna oportuna a nova data de inscrições, permitindo maior participação e pluralidade das experiências concorrentes. Também foi alterado o período para recursos, que será de 13 a 17 de fevereiro de 2012, deverá ser feito online e terá o resultado da avaliação até o dia 27 de fevereiro de 2012. A data prevista para a cerimônia de premiação, a ser realizada em Brasília, será divulgada na página da SGEP (www.saude.gov.br/sgep). Faça sua inscrição clicando aqui.
|
 |
 |
 |
|
Atenção integral em Saúde do Trabalhador: desafios e perspectivas de uma política pública
O GT Saúde do Trabalhador da ABRASCO e a Revista Brasileira de Saúde Ocupacional (RBSO) prorrogaram o prazo de recebimento de artigos para o número especial com o tema "Atenção integral em Saúde do Trabalhador: desafios e perspectivas de uma política pública" até o dia 02 de março de 2012. Os interessados podem encaminhar trabalhos oriundos de pesquisas originais, textos de revisão, ensaios e relatos de experiência. A reflexão proposta tem como objetivo contribuir para a discussão, o entendimento, a implementação e o avanço de uma das mais relevantes políticas públicas a serem efetivamente implantadas no país: Como se explica a efetividade dos “serviços” que produzem, de fato, ações de Saúde do Trabalhador? Quais fatores favoráveis podem ser apropriados por outros serviços? Como influenciar o desenho e a implementação de políticas no campo? Quais desafios estão colocados aos serviços de ST nas ações de assistência, vigilância/prevenção, reabilitação e promoção? Os artigos devem ser encaminhados para rbso@fundacentro.gov.br com cópia para rbsofundacentro@gmail.com.
|
 |
 |
 |
|
Seminário de Comunicação e Saúde: trabalho em rede para o fortalecimento do SUS
O vice-presidente da ABRASCO, Luis Eugenio Portela, e a coordenadora do GT Comunicação e Saúde, Wilma Madeira, representaram a Associação no Seminário de Comunicação e Saúde: trabalho em rede para o fortalecimento do SUS, nos dias 21 e 22 de novembro, em Salvador (BA). O evento aconteceu na Faculdade de Comunicação (UFBA) e teve por objetivos: fortalecer o campo da comunicação e saúde na Bahia; estimular o trabalho em rede entre profissionais, gestores, conselheiros, pesquisadores e comunicadores de saúde debate e propostas da área, tendo em vista a realização da 14ª Conferência Nacional de Saúde e; tornar mais visíveis temas e resultados de pesquisa, assim como favorecer a cooperação entre os grupos em pesquisas existentes, incluindo a criação de um núcleo local do GTCOM/ ABRASCO. O evento contou com a participação de aproximadamente 150 pessoas. Mais detalhes aqui.
|
 |
 |
 |
|
VIII Congresso Brasileiro de Epidemiologia é encerrado celebrando os 21 anos de trajetória do evento
|
O VIII Congresso Brasileiro de Epidemiologia foi encerrado na noite do dia 16 de novembro em meio a celebrações pelo crescimento exponencial alcançado pelo evento em seus 21 anos de existência. “No primeiro Congresso, em 1990, foram apresentados 400 trabalhos e agora quase quatro mil. Quero destacar também a presença e participação ativa dos presidentes dos oito congressos anteriores”, afirmou José Cassio de Moraes, presidente do EPI2011, ressaltando que a programação - cinco conferências, três sessões especiais, nove mesas-redondas, 16 debates, 35 palestras, 51 painéis e 109 sessões de Comunicações Coordenadas - foi cumprida em sua totalidade. O evento, que contou com quase cinco mil inscritos e quatro mil trabalhos apresentados, teve 3300 participantes, sendo 37% desse total sócios da ABRASCO, além de um comparecimento expressivo de estudantes de graduação. Quase todos os estados brasileiros estiveram representados, com destaque para São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Ceará e Bahia. A mesa da solenidade de encerramento, presidida pelo presidente da ABRASCO, Luiz Augusto Facchini, contou com a participação de Moises Goldbaum e Rita Barradas Barata, ex-presidentes da entidade, Chester Luiz Galvão César, vice-presidente da ABRASCO e Helena Ribeiro, diretora da FSP/USP. Veja a matéria completa e a lista dos pôsteres que receberam menção honrosa aqui.
|
|
 |
 |
 |
|
H1N1: Pânico e Lições
A Pandemia de H1N1 de 2009 foi tema de um painel, no dia 15 de novembro, durante o VIII Congresso Brasileiro de Epidemiologia (EPI2011). Jarbas Barbosa da Silva Júnior, Secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde fez a apresentação "A resposta brasileira à pandemia de influenza H1N1", falando sobre a pandemia em 2009. Os primeiros casos se apresentaram no México, mas a detecção aconteceu nos Estados Unidos. No Brasil a vacinação foi exitosa, com grande adesão da população. “É possível tirar algumas lições para uma eventual pandemia e é fundamental ter um plano implementado, com participação multissetorial e adequada preparação para os momentos de pico de epidemia”. De acordo com Barbosa, algumas medidas tomadas não têm efetividade. “Houve cancelamento de vôos em alguns países, porém, medidas como essas, acalmam a população, mas não têm efeito”, afirma. Para Juan Gerváz, da Sociedad Española de Salud Publica y Administración Sanitária, acredita que houve um pânico injustificado em 2009. Gerváz também tratou da questão das vacinas “Hoje, vacina é um negócio. Houve um pânico com o objetivo exclusivo de vacinar. Foi um equívoco, com perda de dinheiro e casos de mulheres grávidas que abortaram voluntariamente com medo da H1N1. São lições, não podemos repetir os erros”, explica o espanhol.
|
 |
 |
 |
|
Acesso e Qualidade em Saúde com Equidade: contribuição da epidemiologia na construção de indicadores
A mesa redonda "Acesso e Qualidade em Saúde com Equidade: contribuição da epidemiologia na construção de indicadores", coordenada por Marcia Furquim de Almeida (FSP/USP), conta com a participação de: Jarbas Barbosa da Silva Junior (SVS/MS), apresentando "Metodologia utilizada na construção do indicador de avaliação do acesso e qualidade no SUS"; Luiz Augusto Facchini (ABRASCO/UFPel), com "Avaliações de acesso e qualidade na rede de saúde do Brasil" e; Marcos Drumond Júnior (SMS/SP), com o "Painel de monitoramento da SMS/SP). Acompanhe as transmissões online da Rádio Web Saúde!
|
 |
 |
 |
|
Sessão especial comemorativa dos 60 anos da Capes
O VIII Congresso Brasileiro de Epidemiologia organizou uma sessão especial para comemorar os 60 anos da Capes. A mesa, coordenada pelo Presidente da ABRASCO, Luiz Augusto Facchini, conta com a participação de Emídio Cantídio de Oliveira Filho, Diretor de Programas e Bolsas no País (Capes) e Rita Barradas Barata, representante da área de Saúde Coletiva na Capes. "Estamos concluindo a compra de uma base de dados de medicina baseada em evidências para expandir a base da dados. A área de Saúde Coletiva é prioridade 1 na CAPES, junto com a área tecnológica", afirmou Emídio, agradecendo pela homenagem. "Temos expectativa que esse processo se consolide e que a Capes possa expandir a sua participação na ciência. Precisamos investir na ciência, na produção e difusão do conhecimento", destacou Facchini. Acompanhe as transmissões do EPI 2011, clique no link da Rádio Web Saúde.
|
 |
 |
 |
|
Influência das Associações de Saúde Pública nas Políticas Públicas de Saúde
O painel "Influência de Associações de Saúde Pública nas Políticas Públicas de Saúde", coordenado pelo presidente da ABRASCO, Luiz Augusto Facchini, contou com a participação de Paulo Buss (WFPHA/Fiocruz), Constantino Sakellarides (Universidade de Lisboa) e Cesar Victora (IEA/UFPel). O encontro foi transmitido online pela Rádio Web Saúde.
|
 |
 |
 |
|
A Saúde dos Brasileiros: mensagens principais da Série Lancet 2011
O presidente da Associação Internacional de Epidemiologia, Cesar Victora, coordenou a mesa "A Saúde dos Brasileiros: mensagens principais da Série Lancet 2011". A atividade contou com a participação de Claudia Maria Travassos (ICICT/Fiocruz), Maria do Carmo Leal (ENSP/Fiocruz), Maurício Lima Barreto (UFBa), Maria Inês Schmidt (UFRGS), Michael Eduardo Reichenheim (UERJ). A Mesa trouxe os resultados de dois anos de trabalho que resultaram na publicação de um número especial da Revista Lancet publicado em maio, com seis artigos que examinaram criticamente as conquistas obtidas pelas políticas públicas de saúde no Brasil seus principais desafios. Acompanhe as transmissão online do EPI2011 na Rádio Web Saúde.
|
 |
 |
 |
|
Epidemiologia e as Políticas Públicas
Rita Barradas Barata, represetante da área de Saúde Coletiva na Capes, proferiu a conferência "Epidemiologia e as Políticas Públicas" no VIII Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva. Acompanhe as transmissões online da Rádio Web Saúde.
|
 |
 |
 |
|
Epidemia de Obesidade ameaça diminuir a expectativa de vida nos Estados Unidos
Nos Estados Unidos, onde a epidemia de obesidade explodiu nos últimos 20 anos, se prevê que as gerações futuras poderão ter uma esperança de vida ao nascer menor do que a atual. “Essa é uma reversão muito séria. Ao longo de vários séculos, a vida média das populações tem crescido paulatinamente, a não ser em situações de exceção, como na epidemia de AIDS na África”, o alerta foi dado por Eduardo Faerstein (IMS/UERJ). A epidemia de obesidade gera conseqüências adversas como diabetes e problemas cardiovasculares e tem ameaçado reverter tendências favoráveis de declínio das doenças crônicas não-transmissíveis, que hoje representam a maior parte dos óbitos na população adulta. Para Faerstein, “é preciso entender quais são as causas dos comportamentos ligados a dietas e atividades físicas, entender o que prejudica e o que pode favorecer o acesso das pessoas à essas práticas”, explicou. Eduardo Faerstein fez sua apresentação na mesa-redonda "Determinantes Sociais da Saúde", no dia 14 de novembro, durante o VIII Congresso Brasileiro de Epidemiologia (EPI2011). A atividade teve como objetivo esclarecer de que maneira o estilo de vida e as condições de trabalho podem afetar nos hábitos e causar problemas de saúde que, eventualmente, podem levar ao desenvolvimento de doenças. Assista a entrevista exclusiva concedida pelo pesquisador à Tv ABRASCO clicando aqui.
|
 |
 |
 |
|
Dengue: por que esta doença desafia a saúde pública?
"Dengue: por que esta doença desafia a saúde pública?" foi o tema de um dos painéis realizados no dia 14 de novembro, durante o VIII Congresso Brasileiro de Epidemiologia (EPI2011). A atividade contou com a participação de Maria da Glória Lima Cruz Teixeira (UFBa), com a apresentação "Conseqüências das mudanças epidemiológicas", Rivaldo Venâncio da Cunha (UFMS), que tratou do tema "O Desafio para atenção médica no curso das epidemias" e Pedro Tauil (UnB), falando sobre "Por que o dengue re-emergiu no mundo e no Brasil?". De acordo com Maria da Glória, há dificuldades no controle da doença, que está crescendo, principalmente entre as crianças. “Para cada adulto que morre em decorrência do dengue, perdemos cinco crianças. Elas estão pagando um tributo muito caro e isto é um constante desafio”, alertou, lembrando que a vacina contra o dengue deverá chegar em 2015 ou 2016. “A vacina não vai resolver o problema, não temos para todos. O fato de não ser em dose única também complica. O Dengue é o grande desafio do século 21, pois são mais de dois bilhões e meio de pessoas expostas, em mais de cem países”. Pedro Tauil citou alguns fatores que levaram ao ressurgimento da doença como a urbanização rápida e intensa, as precárias condições de habitação e saneamento e o aumento na freqüência e na intensidade do tráfego aéreo, entre outras. “Não conhecemos todos os fatores, claro, e temos outros problemas, como a difícil prática da fiscalização e a resistência do vetor”, afirmou Tauil.
|
 |
 |
 |
|
Michael Marmot profere conferência no EPI2011
Neste momento no VIII Congresso Brasileiro de Epidemiologia Michael Marmot profere a conferência Fair Society: health lifes. Acompanhe a transmissão online (áudio em português) clicando aqui.
|
 |
 |
 |
|
Agenda Estratégica da Sociedade Científica no EPI2011
"Agenda Estratégica da Sociedade Científica" é o tema do primeiro painel da tarde do dia 14 de novembro no VIII Congresso Brasileiro de Epidemiologia. A mesa, coordenada pelo presidente da ABRASCO, Luiz Augusto Facchini, conta com a participação de Jarbas Barbosa, titular da Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde, José Cassio de Moraes, presidente do EPI2011, Lígia Bahia, vice-presidente da ABRASCO e docente do Instituto de Saúde Coletiva da UFRJ e Ana Maria Costa, presidente do Centro Brasileiro de Estudos da Saúde (Cebes). Acompanhe a transmissão online na Rádio Web Saúde!
|
 |
 |
 |
|
George Davey-Smith profere a primeira conferência do EPI2011
A primeira conferência do VIII Congresso Brasileiro de Epidemiologia (EPI2011) foi proferida por George Davey-Smith, da Universidade de Bristol no Grande Auditório Celso Furtado no Palácio das Convenções do Anhembi. Davey-Smith é um pesquisador de renome internacional e proferiu a conferência magna John Snow, durante o XIX Congresso Mundial de Epidemiologia realizado em agosto passado em Edimburgo. A atividade conta com a mediação do presidente da Associação Internacional de Epidemiologia (IEA), Cesar Victora. Todas as conferências serão transmitidas pela Rádio Web Saúde, confira a programação de hoje e acompanhe a transmissão online clicando aqui!
|
 |
 |
 |
|
Ministro da Saúde profere conferência de abertura do VIII Congresso Brasileiro de Epidemiologia
A conferência "As Contribuições da Epidemiologia para a Construção do SUS", proferida pelo Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, foi o destaque na solenidade de abertura do VIII Congresso Brasileiro de Epidemiologia na noite de ontem, dia 13 de novembro. Durante sua fala Padilha destacou os novos desafios da Saúde Pública no Brasil oriundos das grandes mudanças econômicas e sociais do país, ressaltando que nenhum país do mundo com mais de 100 milhões de habitantes, além do Brasil, tem um sistema universal de saúde como o SUS. Para Padilha vivemos uma epidemia de violência e citou como exemplos os acidentes de trânsito, o maior número de mortes registradas entre jovens negros e o crack. “Precisamos pensar na reorganização do SUS para atender as pessoas nessa epidemia do crack, que está disseminada em todo o país. Temos de oferecer serviços diferentes para realidades diferentes e pensar em consultórios de rua e em unidades de acolhimento, sempre com respeito à dignidade das pessoas”, afirmou. O Ministro apontou como desafios para a saúde pública o envelhecimento da população brasileira, as doenças cardiovasculares e a incidência do câncer. No que se refere a doenças negligenciadas, Padilha comemorou a diminuição nos números de casos de malária e tuberculose. “Nesse ano, tivemos a menor taxa de malária nos últimos 25 anos, e isso graças ao diagnóstico precoce e tratamentos mais eficazes. A diminuição de casos de tuberculose também, devido à ascensão social do país, com decréscimo da fome e a melhora das condições de moradia”, concluiu. A solenidade foi transmitida online pela Rádio Web Saúde. Veja a entrevista exclusiva com o Ministro sobre o EPI2011 clicando aqui!
|
 |
 |
 |
|
Assembléia Geral Extraordinária aprova a mudança do nome da ABRASCO
A Assembléia Geral Extraordinária definiu que a partir de hoje a ABRASCO seja denominada Associação Brasileira de Saúde Coletiva. O coletivo também determinou que os programas e estudantes de graduação em Saúde Coletiva também podem ser sócios da ABRASCO.
|
 |
 |
 |
|
II Mini Congresso e Assembléia Geral Extraordinária da ABRASCO
O II Mini Congresso de Comissões, GT´s e Fóruns e Assembléia Geral Extraordinária da ABRASCO está sendo realizada neste momento na Faculdade de Saúde Pública da USP, no âmbito do VIII Congresso Brasileiro de Epidemiologia (EPI 2011). A Assembléia, presidida pelo presidente da Associação, Luiz Augusto Facchini, deliberou as alterações no estatuto como a mudança do nome e atualização da organização da entidade (com a inclusão de programas de graduação e de educação de nível médio) e a realização de eventos científicos (tais como oficinas, seminários, simpósios e congressos). Outra questão em pauta é a consulta feita aos associados sobre a política editorial no que se refere ao processo de indicação dos editores científicos das nossas publicações, entre outros pontos. O I Mini Congresso aconteceu durante o V Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas em Saúde, em abril. O encontro foi transmitido pela Web Rádio Saúde!
|
 |
 |
 |
|
3ª Reunião do Fórum de Graduação em Saúde Coletiva da ABRASCO
A 3a. Reunião do Fórum de Graduação em Saúde Coletiva da ABRASCO foi realizada no dia 12 de novembro, na Escola de Enfermagem da USP, no âmbito do VIII Congresso Brasileiro de Epidemiologia (EPI2011). O encontro teve como objetivos: aprofundar o debate atual sobre a graduação em Saúde Coletiva, com vistas ao fortalecimento do intercâmbio de informações e experiências; estabelecer os caminhos para a construção de seu “modelo” organizacional e definir novos representantes e; apresentar contribuições para a atualização do estatuto da Abrasco a ser encaminhada pela atual diretoria ainda no EPI 2011. O encontro foi transmitido ao vivo pela Rádio Web Saúde.
|
 |
 |
 |
|
I Fórum Interinstitucional de Avaliação da Produção Científica da Saúde Coletiva

O I Fórum Interinstitucional de Avaliação da Produção Científica da Saúde Coletiva foi realizado, no dia 11 de novembro, na Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP/USP). A mesa de abertura, presidida pelo presidente da ABRASCO, Luiz Augusto Facchini, contou com a participação da Coordenadora da Área de Saúde Coletiva da Capes, Rita Barradas Barata, José Eluf Neto, Coordenador do Comitê Assessor Saúde Coletiva e Nutrição do CNPq e Chester Luiz Galvão Cesar, representante da Direção da FSP/USP. O Fórum, prestigiado por representantes de área e dos cursos de pós-graduação, teve como objetivo permitir o diálogo de forma sistematizada entre os responsáveis pela avaliação nos âmbitos da Capes e do CNPq, com a participação de dirigentes da ABRASCO, como etapa adicional do processo de discussão e pactuação, pela área, de critérios sempre em processo de aperfeiçoamento, que viabilizem o trabalho dos avaliadores e possam dar conta, o tanto quanto possível, da diversidade interna da área. "A saúde representa um terço da produção científica nacional e o CNPq investe 6% no financiamento da área. É necessário lidar politicamente com essa questão e, nesse sentido, seria importante elaborar um dossiê para demonstrar que a área está subfinanciada", afirmou Rita Barradas Barata. A declaração foi reforçada por Eluf, que enfatizou a necessidade de mostrar o crescimento da produção de alto nível, maior do que em outras áreas, destacando que " a Saúde Coletiva cresceu mais que a produção da área da Saúde como um todo".
|
 |
 |
 |
|
Revista Brasileira de Epidemiologia lança suplemento sobre os Inquéritos Nacionais de Saúde
O suplemento de setembro da Revista Brasileira de Epidemiologia tem como tema os Inquéritos Nacionais de Saúde. O editorial, assinado pelo vice-ministro de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa da Silva Jr., apresenta resultados de dois importantes inquéritos nacionais de saúde, Vigilância dos Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (VIGITEL), e a I Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE). O VIGITEL foi implantado em 2006 nas 26 capitais brasileiras e no Distrito Federal. Foi coordenado pelo Ministério da Saúde, por intermédio da Secretaria de Vigilância em Saúde, com o apoio da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa e do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde (NUPENS) da Universidade de São Paulo.Os artigos apresentados nesta publicação foram elaborados pela equipe da Secretaria de Vigilância em Saúde (MS) juntamente com diversas Instituições de Ensino e Pesquisa do país, a partir das análises de informações regulares e de qualidade geradas pelo Sistema Único de Saúde, trazendo reflexões sobre a atual situação das doenças e agravos não-transmissíveis na população brasileira e suas perspectivas. A divulgação dessas informações torna-se primordial para que sejam estabelecidas estratégias de enfrentamento dos principais riscos à saúde, por meio de políticas públicas de prevenção e promoção da saúde, além de contribuir para o fortalecimento do sistema de vigilância de doenças e agravos não-transmissíveis no país. Veja o sumário da Revista aqui.
|
 |
 |
 |
|
Royalties do Petróleo: Educação e C,T&I
A ABRASCO manifesta seu apoio ao abaixo-assinado "Royalties do Petróleo: Educação e CT&I", divulgado pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e pela Academia Brasileira de Ciências (ABC). "Nós, como sociedade científica vinculada ao ensino e à pesquisa em Saúde Coletiva cerramos fileiras com a SBPC e a ABC na garantia de recursos para as áreas de educação, ciência, tecnologia e inovação", afirmou o presidente da ABRASCO, Luiz Augusto Facchini. Veja a seguir a mensagem encaminhada pela presidente da SBPC, Helena Nader."A Câmara dos Deputados deverá colocar em votação ainda este mês a PL nº 8.051/2010, que determinará as regras de partilha dos royalties provenientes da exploração de petróleo na camada do pré-sal. A SBPC e a ABC chamam a sua atenção para a importância de se garantir recursos para as áreas de educação e de ciência, tecnologia e inovação (C,T&I) nos Contratos de Partilha e no Fundo Social. Pedimos que assine e divulgue o abaixo-assinado `Royalties do Petróleo: Educação e C,T&I´, disponível aqui. Precisamos de um milhão de assinaturas e contamos com sua colaboração!".
|
 |
 |
 |
|
Curso de Especialização em Saúde da Família da UFPel abrirá inscrições para segunda turma
O Curso de Especialização em Saúde da Família da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) está com inscrições abertas, até 30 de dezembro, para uma segunda turma de 700 alunos. O curso, ministrado na modalidade à distância, é coordenado pelo Departamento de Medicina Social em parceria com as Faculdades de Enfermagem e Odontologia, e conta com financiamento do Ministério da Saúde através da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação em Saúde (SGTES). Coordenado pelos pesquisadores Luiz Augusto Facchini (presidente da ABRASCO) e Anaclaudia Gastal Fassa, do Centro de Pesquisas Epidemiológicas da UFPel, a iniciativa tem como objetivo capacitar profissionais de saúde da família do SUS promovendo o aprimoramento da gestão e da organização dos serviços de Atenção Primária à Saúde, a qualificação da prática clínica, a institucionalização da avaliação e monitoramento em saúde, a cidadania e a participação social. A primeira turma do curso, com 318 alunos, iniciou suas atividades no dia 04 de julho de 2011. A segunda turma deverá tem o início das aulas previsto para o mês de novembro. Mais informações estão disponíveis no site do curso ou Departamento de Medicina Social da UFPel, no telefone (53) 3309.2400. Assista o vídeo de apresentação do projeto pedagógico do curso clicando aqui.
|
|
|
|
|